Máfia dos Fiscais

Atualmente se espalha na grande mídias denúncias e desmantelamento de máfias de fiscais. O tema se tornou polêmico durante a gestão Maluf/Pitta, o último estouro nas máfias dos fiscais foi a cerca de oito anos, envolvendo o ex-vereador José Izar. A máfia dos fiscais na época arrecadou R$ 436 milhões de comerciantes e ambulantes paulistanos. e agora reaparece esses esquemas na gestão Serra/Kassab.

A cobrança de propina supostamente era comandado pelos irmãos Georges Marcelo e Felipe Eivazian, assessor político do subprefeito Eduardo Odloak e pelo chefe dos fiscais do Brás, Edson Alves Mosquera. A ação midiática da prisão serviu para que se encobrisse toda a rede de extorção. Prendendo meia dúzia de bodes expiatórioes, entre eles alguns camelôs, e não deixando que o tema seja levado adiante chegando aos principais responsáveis.

A principal motivação para a existência desta máfia, que comanda boa parte do comércio ilegal da cidade é fruto das ações de criminalização dos trabalhadores ambulantes. Pela insistência de não legalizar a profissão e criar licensas para trabalho a situação se iverte, servindo de fonte de lucro para aqueles que cercam o grande banquete da burguesia paulistana. A legalização desses trabaladores, alem de manter empregado centena de milhares de chefes de família, também serveria como mais uma fonte de financiamento público.

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