Montadoras enchem o bolso de dinheiro e cria caos no trânsito

Os grandes veículos de informação divulgaram ontem, dia 21, que as montadoras instaladas no Brasil foram responsáveis por metade do dinheiro enviado ao exterior. Apenas no mês passado foram mais de R$2,5 bilhões de reais.

Ao mesmo tempo as montadoras foram as principais beneficiárias do programa de subsídios industriais do programa do governo federal. Dos R$6,1 bilhões do novo pacote do Lula as montadoras abocanham 52% do total. Essa mistura de crédito fácil para as gigantescas do setor automobilístico, subsídios e remessa de lucro sem controle transforma o Brasil no país da farra do dinheiro.

Esse incentivo fiscal concedido acontece no mesmo período que as montadoras batem recordes seguidos de vendas de automóveis no Brasil. Quanto mais automóveis vendem mais incentivos ganham. Mais dinheiro possuem e maio o seu poder de barganha junto aos governantes tupiniquim. Ao mesmo tempo as montadoras tercerizam, demitem funcionários e fazem a perversa ciranda – demitem funionários mais antigos (e que ganham mais) e contratam jovens com salários rebaixados, para assim maquiar as estatisticas de emprego no setor. Ou até mesmo como a G.M de São José, que persegue sindicalistas e tenta implementar o banco de hora contra a vontade dos trabalhadores, vinculando notícias na mídia e colocando que os culpado por não se empregar mais na fábrica são os trabalhadores que não aceitam perder seus direitos em nome do “bem comum”.

É preciso deixar bem claro de quem é a culpa do transito em São Paulo: dos incentivos fiscais consedidos as montoras desde o governo FHC, que sempre quando o mercado externo se fecha ganham uma enxurrada de incentivos para vender os carros que não servem mais para a gringa encher as ruas brasileiras. E sempre que entram em dificuldade financeira arrebendam as cordas pro lado dos trabalhadores.

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