Informe:

Lula e o agronegócios

‘Nunca um governo fez tanto por nosso setor’, diz usineiro “O governo Lula foi excepcional para o nosso negócio, fico até emocionado. O setor fez muito pelo Brasil, mas o governo está fazendo muito pelo setor. Nunca houve antes política tão boa para nós. O presidente Lula não perde nenhuma...

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Ato pela readmissão do companheiro Brandão

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Criminalização do Movimento | Posted on 18-12-2008

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extraido do site do Sintusp (Sindicato dos trabalhadores da USP) http://www.sintusp.org.br/

Foi uma grande e grata surpresa, nesta época do ano com a universidade já se esvaziando, principalmente de estudantes e professores, termos um Ato com mais de 1200 companheiros, inclusive estudantes e professores, além de dezenas de representantes de entidades, parlamentares e personalidades.

Poucas vezes se viu uma unidade política entre tantas tendências, correntes de pensamento e partidos políticos, como no Ato em frente à reitoria, realizado ontem (16/12), em repúdio à reitora Suely Vilela pela demissão do Brandão e, pela readmissão do companheiro.

Foram dezenas de pronunciamentos de diversos setores e companheiros, todos com a mesma perspectiva: Vamos fazer a luta que for necessária em 2009 e readmitir o companheiro Brandão.

Este compromisso foi assumido, principalmente, por entidades dos funcionários, estudantes e professores da USP, mas também por todos os companheiros das demais entidades, partidos e movimentos.

O Co acabou sendo realizado sob a proteção da Marinha

Além da covardia de fazer uma demissão política e anti-sindical no final do ano, a reitora, ao invés de receber as entidades para negociar a readmissão do Brandão, fazendo assim com que o piquete fosse suspenso e a reunião do Co se realizasse na reitoria, preferiu não dialogar e se esconder no IPEN, que pertence à Marinha, sob a guarda dos fuzileiros navais.

O Conselho Universitário aprovou “a toque de caixa” o orçamento de 2009 e, em seguida, aprovou a proposta da Suely Vilela de extinguir as prefeituras dos campi da capital e interior.

No expediente, onde todos os conselheiros podem se pronunciar e explanar sobre qualquer assunto e, que é o último item do Co, estudantes, representantes dos funcionários e professores fizeram discursos contundentes, denunciando a atitude covarde da reitora Suely Vilela, que é apoiada hoje pelo grupo fascista do Conselho, integrado por diretores de unidade e outros, esses mesmos que sempre achincalharam a reitora com acusações e comentários, os mais depreciativos possíveis.

EM 2009, O BICHO PEGA

Em 2009, a aliança dos trabalhadores com os estudantes derrotará estes tiranetes e burocratas

A partir do início do ano estaremos construindo os alicerces desta grande unidade, com a força que o Ato na reitoria já demonstrou ser possível. Este trabalho vai passar pela participação conjunta do Sintusp, DCE/USP e Adusp, na calourada, em cada unidade da USP e nas Assembléias dos funcionários, estudantes e professores, quando unificaremos as reivindicações de cada segmento, colocando a readmissão do companheiro Brandão como uma questão prioritária.

VAMOS READMITIR O BRANDÃO!!!

Informações sobre a situação na Grécia

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Imperialismo | Posted on 17-12-2008

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Atividades do Partido Comunista da Grécia (KKE) e Juventude Comunista da Grécia (KNE)

Desde o primeiro momento KKE e KNE se pronunciaram condenando o assassinato do menor (de 15 anos) pela polícia, e destacando as enormes responsabilidades políticas do governo do ND’s e assinalando que as medidas e atitudes anti-democráticas e autoritárias, a repressão estatal, são o complemento natural da política que promove golpe após golpe para os direitos trabalhistas e sociais dos trabalhadores e da juventude.

A delegação do KKE deslocou-se à sede central da polícia em Atenas no domingo e apresentou um protesto contra a morte do jovem rapaz, cujo funeral terá lugar hoje, às 3 à tarde.

Ontem, 8 de dezembro, o KKE realizou uma série de protestos e manifestações nas principais cidades da Grécia contra a repressão estatal. Em Atenas, a Secretária Geral do CC (KKE) Aleka Papariga, liderou um enorme comício no centro da cidade. Ela frisou que os eventos que levaram ao assassinato do menino são uma “Crônica de uma Morte Anunciada”, por uma política que considera o povo como o inimigo, por uma política que detesta a greve, a manifestação, a luta.

Além disso, os deputados do KKE apresentaram uma interpelação parlamentar ao Governo sobre o caso.

Ao mesmo tempo, o KKE tem chamado também os sindicatos e outras organizações de massa populares da juventude para organizar as suas próprias ações massivas de protesto, sublinhando que a repressão e o autoritarismo estatal atacam primeiro e principalmente os trabalhadores e os movimentos populares.

Desde a manhã de segunda-feira, 8 de dezembro, todas as faculdades estão fechadas por iniciativa da KNE.

As coordenação de estudantes ao redor de Atenas decidiram fechar todas as escolas de 8 a 10 de dezembro e tendo chamado para uma manifestação no dia 9 de dezembro, em Atenas, enquanto se fortalecem localmente protestos de estudantes ganham espaço em todo o país.

Também hoje 9 de dezembro, 24 horas, greves foram declaradas pelos professores do ensino secundário e superior, enquanto os funcionários públicos irão realizar paralisação dos trabalhos após 12 hs., pelo funeral do menino assassinado.

Professores do ensino superior estão cogitando uma parada de 24 horas de terça-feira indicando seu luto pela perda do menino Alexis. Kindergarten. A Federação dos Professores debate uma greve. O funeral do menino assassinado será às 15:00 no cemitério Faliron.

Para quarta-feira, 10 de dezembro, a greve geral que tinha sido anunciada por pensões, salários, contra as demissões, pelo direito à educação e os cuidados de saúde, será definitivamente ligada aos acontecimentos.

Sobre os motins

Ao mesmo tempo, o KKE salientou aquela que é a necessidade de hoje, a condenação política do governo, de toda a rede de mecanismos de intimidação e repressão estatal, incluindo os invisíveis. A resposta ao autoritarismo estatal é a luta organizada dentro de um movimento de massas, ordenado para o fim de garantir que as verdadeiras causas não sejam ocultadas.

Os contínuos, organizados e coordenados motins que assistimos paralelamente às enormes mobilizações e protestos têm pouco a ver com a espontânea expressão de raiva e ira, e cada vez mais e mais assumem a forma de abertas provocações contra a crescente onda de protestos. Em qualquer caso, a forma de reagir não reside em motins de retaliação. Pelo contrário, tais eventos são bastante cômodos para aqueles que querem impor o medo e intimidação para o povo, que estão tentando impedir o surgimento de um poderoso movimento de massas organizado e que será capaz de fazer esquecer não só o ND e quaisquer outros governos anti-populares, e preparar o caminho para uma mudança real no nível do poder em favor do povo. Eles serão usados como uma desculpa para a maior intensificação das medidas anti-democráticas e repressivas medidas e atitudes.

O contexto político

Os eventos encontram a Grécia num momento em que a agitação popular foi crescendo, e a posição do governo ND era já de completa dificuldade. As recentemente anunciadas “medidas de crise” em favor dos monopólios, das reivindicações dos industriais para maiores reversões de direitos trabalhistas e sociais – sequer falou do trabalho semanal de 4 dias! -, O orçamento do Estado, os escândalos, a subida dos pedágios, das demissões já acumularam uma insatisfação. Ao mesmo tempo centros do establishment fazem esforços concretos no sentido de rejuvenescer o sistema do bipartidarismo, alteração que foi afrouxando a confiabilidade diante dos olhos dos setores populares. Na opinião do KKE, a tarefa mais urgente é a aceleração do movimento de massas, ação organizada dos trabalhadores e do movimento popular. Só este pode oferecer uma resposta adequada às política anti-populares e às medidas repressivas, pode descobrir e isolar manobras, provocações e planos para apanhar em armadilha o radicalismo emergente, e ao mesmo tempo, pavimentar um caminho para desdobramentos positivos para o povo.

Info pela Seção Internacional

Traduzido por Dario da Silva.

ORIGINAL: http://inter.kke.gr/News/2008news/2008-information

Tribunal Popular, evento que irá julgar o Estado brasileiro, realizará manifestação e terá atividades culturais

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Imperialismo | Posted on 02-12-2008

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Na próxima quinta-feira terá início o Tribunal Popular: o Estado brasileiro no banco dos réus, evento organizado por dezenas de entidades ligadas à luta pelo Direitos Humanos e movimentos sociais. Entre os dias 04 e 06 de dezembro, o Tribunal Popular irá julgar violações de direitos cometidas no Brasil em diversas vertentes: violência estatal sob pretexto de segurança pública em comunidades urbanas pobres; violência estatal no sistema prisional; violência estatal contra a juventude pobre, em sua maioria negra e a violência estatal contra movimentos sociais e a criminalização da luta sindical, pela terra e pelo meio-ambiente.

Entre os acusadores e jurados estão os juristas Plínio de Arruda Sampaio, Hélio Bicudo e Nilo Batista. Além de familiares e associações de vítimas da violência estatal, participarão do Tribunal Wagner Santos, sobrevivente da chacina da candelária, a psicanalista Maria Rita Kehl, o filósofo Paulo Arantes, o coordenador do fórum de ex-presos políticos Ivan Seixas, o músico Marcelo Yuka, Ferréz, escritor e MC e o sindicalista Valdemar Rossi.

Durante o evento, no dia 04 de dezembro, às 13hs serão lançados os livros Criminalização do Protesto e dos Movimentos Sociais de Kathrin Buhl e Claudia Korol (organizadoras), editado pelo Instituto Rosa Luxemburgo e o Relatório Anual da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos. O Relatório da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos destaca a violência no campo e a política agrária do atual governo ao privilegiar a expansão do agronegócio. No meio urbano, as violações contra crianças e adolescentes e a repressão à atividade sindical são destaques no relatório que tem o prefácio de Kenarik Boujikian, juíza de direito em São Paulo, que presidirá a sessão final de julgamento do Tribunal Popular.

Ainda no dia 04, no início da noite, às 18hs, está programada a Vigília: Direito à memória e à verdade ontem e hoje. Os manifestantes portando velas e imagens caminharão até o Tribunal de Justiça em homenagem às vítimas do Estado brasileiro desde a Ditadura Civil Militar até os dias atuais. À noite, às 20hs, será realizada uma oficina sobre a forma de manifestação popular conhecida como escrache. Esta modalidade de protesto visa denunciar os violadores dos Direitos Humanos. A Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência (RJ) organizará a atividade.

Na sexta-feira, dia 05 de dezembro, às 13hs, haverá uma oficina sobre a música Funk carioca organizada pelo grupo Funk do Acari. À noite, a partir das 20hs, haverá apresentação musical com os grupos de Rap e Hip Hop Amandla de Santo André (SP), Força Ativa e Fantasma Vermelho ambos da Zona Leste de São Paulo (SP) e Levante Hip Hop (RJ).

O Tribunal Popular e as atividades socioculturais ocorrerão na Faculdade de Direito da USP do Largo São Francisco em São Paulo.

www.tribunalpopular.org

Contatos: (11) 9769 9960 com Paula e (11) 91427283 com Erika

PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO TRIBUNAL POPULAR

04 de dezembro de 2008

1ª sessão – 9 horas

Violência estatal sob pretexto de segurança

pública em comunidades urbanas pobres:

dentre outros, o caso do Complexo do Alemão

no Rio de Janeiro

Presidente: João Pinaud, membro da Comissão Nacional de Direitos

Humanos da OAB.

Promotores: Nilo Batista, jurista e fundador do Instituto Carioca de

Criminologia e João Tancredo, Presidente do Instituto de Defensores

de Direitos Humanos – IDDH e ex-Presidente da Comissão de Direitos

Humanos da OAB-RJ.

Defesa: representante do Estado

Participação especial: Companhia de Teatro Marginal da Maré

2ª sessão- 14 horas

Violência estatal no sistema prisional: a

situação do sistema carcerário e as execuções

sumárias da juventude negra pobre na Bahia

Presidente: Nilo Batista, advogado, jurista e fundador do Instituto

Carioca de Criminologia

Promotor: Lio N’Zumbi, representante da Associação de Amigos e Familiares de Presos e Presas da Bahia (ASFAP)

Defesa: representante do Estado

05 de dezembro de 2008

3ª sessão- 9 horas

Violência estatal contra a juventude pobre, em

sua maioria negra: os crimes de maio/2006

em São Paulo e o histórico genocida de

execuções sumárias sistemáticas

Presidente: Sergio Sérvulo, jurista, ex-Procurador do Estado

Promotor: Hélio Bicudo, promotor aposentado, presidente da

Fundação Interamericana de Defesa dos Direitos Humanos

Defesa: representante do Estado

Participação especial: Grupo Folias D’Arte

4ª sessão- 14 horas

Violência estatal contra movimentos sociais e

a criminalização da luta sindical, pela terra e

pelo meio ambiente

Presidente: Ricardo Gebrim, advogado, coordenador da Consulta

Popular e Maria Luisa Mendonça, coordenadora da Rede Social de

Justiça e Direitos Humanos

Promotores: Onir Araújo Filho, advogado, membro do Movimento

Negro Unificado

Defesa: representante do Estado

Participação especial: Aton Fon Filho, advogado do MST

Dia 06 de dezembro – 9 horas

SESSÃO FINAL: O Estado Brasileiro no Banco dos Réus

Presidentes: Hamilton Borges – Membro da Associação de Familiares e

Amigos de Presos e Presas da Bahia e militante do Movimento Negro Unificado;

Valdênia Paulino, coordenadora do Centro de Direitos Humanos de

Sapopemba (SP); e Kenarik Boujikian, juíza e diretora da Associação de

Juízes para a Democracia

Promotor: Plínio de Arruda Sampaio, presidente da Abra (Associação

Brasileira de Reforma Agrária) e diretor do “Correio da Cidadania”.

Defesa: representante do Estado

Jurados: Adriana Fernandes, integrante da Associação de Familiares e

Amigos de Presos e Presas da Bahia Cecília Coimbra, presidente GrupoTortura

Nunca Mais -RJ, Dom Tomás Balduíno, Bispo Emérito da cidade de Goiás Velho

e conselheiro permanente da Comissão Pastoral da Terra, Ferréz, escritor e MC,

Índio Guajajara – Militante de movimento indígena, membro do Centro de Étnico

Conhecimento Sócio-Ambiental Cauieré, Ivan Seixas, diretor do Fórum Permanente

de Ex Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo, José Arbex Jr., jornalista e escritor,

Marcelo Freixo, deputado estadual PSOL-RJ, Marcelo Yuka, músico e compositor,

Maria Rita Kehl, psicanalista e escritora, Paulo Arantes, filosofo, professor aposentado

USP, Wagner Santos, músico, sobrevivente da chacina da Candelária, Waldemar Rossi,

metalúrgico aposentado e coord. da Pastoral Operáriada Arquidiocese de São Paulo

Participação Especial: Kali Akuno, coordenador do Black Panthers e Grass Roots Mouvement (EUA)

¡Repudio y castigo a los responsables del brutal asesinato de Richard Gallardo, Luis Hernández y Carlos Requena, dirigentes obreros de Venezuela!

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Imperialismo | Posted on 01-12-2008

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Venezuela/Urgente
Comité Ejecutivo Internacional de la UIT-CI (Unidad Internacional de los Trabajadores- Cuarta Internacional)
28 de noviembre de 2008

El jueves 27 fueron asesinados los compañeros Richard Gallardo, Luis Hernández y Carlos Requena, dirigentes de la Unión Nacional de Trabajadores (UNT) del Estado Aragua, Venezuela, y de la Unidad Socialista de Izquierda (USI).

Luis Hernandez (a direita)
Los hechos ocurrieron en la noche del jueves 27 de noviembre, cuando los compañeros se encontraban en la Encrucijada, Cagua, una zona industrial y de población obrera y popular de estado de Aragua. Las primeras informaciones indican que habrían sido fusilados desde un móvil. Durante todo el día los compañeros estuvieron apoyando activamente a los 400 trabajadores de la multinacional de productos lácteos Alpina, de propiedad de colombianos, quienes se encontraban en conflicto.
Los obreros de Alpina permanecían tomando la planta por incumplimiento del contrato y una amenaza de la patronal de cierre de la empresa. Al mediodía del jueves 27 la policía entró, reprimiendo salvajemente y desalojando a los obreros. Más tarde, con la solidaridad de la UNT encabezada por los compañeros, los trabajadores recuperaron la planta. Quedaron 4 obreros heridos de la represión.
Horas después Luis Hernández, dirigente de la UNT y de la Pepsi Cola y Richard Gallardo, presidente de la Unión Nacional de Trabajadores en el Estado Aragua, exigieron públicamente, en un comunicado de prensa, a las autoridades locales y al nuevo gobernador electo por el PSUV en Aragua, Rafael Isea, que se pronunciaran sobre este gravísimo hecho, que “indica la prepotencia y la tiranía de unos patronos que violan los derechos de los trabajadores, amenazan con cerrar la planta y a pesar de ello reciben el apoyo de los uniformados en la región”. En el comunicado se anunciaba que la central sindical se declaraba en alerta, para impedir que la multinacional cierre la planta. Declaraban que, si eso ocurría: “exigiremos al gobierno su expropiación y la pondremos a producir bajo control de los trabajadores”. Por la noche eran brutalmente asesinados, junto a Carlos Requena, dirigente de la UNT.
Luis Hernández y Richard Gallardo habían participaron como candidatos a las elecciones del pasado domingo 23 de noviembre, postulados por el partido Unidad Socialista de Izquierda (USI) para la Alcaldía del municipio Zamora y la Asamblea de Diputados de Aragua, respectivamente.
Repudiamos este crimen a dirigentes obreros, clasista y socialistas que siempre han estado al frente de las luchas obreras y populares de su país pero también eran era solidarios con todas las luchas de los trabajadores del mundo contra el imperialismo y la explotación capitalista.
Richard Gallardo
Llamamos a repudiar este crimen, con pronunciamientos, con marchas a las embajadas o consulados de Venezuela, con acciones unitarias en todo el mundo, exigiendo al gobierno de la República Bolivariana de Venezuela, presidido por Hugo Chávez, y al gobierno regional de Aragua, la inmediata apertura de una investigación que de con el paradero de los asesinos materiales e intelectuales de este pavoroso crimen y que se los castigue en forma inmediata. Llamamos a pronunciarse a personalidades, organizaciones sindicales, políticas, estudiantiles, de derechos humanos para que este crimen no quede impune y para evitar nuevos crímenes atroces contra trabajadores.
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CCURA: