Mais uma vez o mundo vê estarrecido mais uma covardia de Israel contra os palestinos. Uma judia comenta no jornal da família frias que ninguém repudia os ataques terroristas contra Israel. Na semana passada o governo Lula fecha um acordo nuclear com o Irã, junto com a Turquia. A comunidade internacional fica perplexa, diz que as intensões do Irã são para fins militares. SÓ TEM MALUCO. Israel possui bombas atômicas, e se me perguntasse qual país do mundo estaria disposto a usa-la, não resta dúvida, a qualquer ser não hipócrita, que são a dupla dinâmica EUA e Israel. Israel é um dos países que possui armas de destruição em massa. Depois dos EUA é o país que mais guerras faz no mundo. O pior é que é tão covarde que não enfrenta nações, e sim cidadãos, armados ou não. Talvez por não ser judeu! Se a comunidade internacional fosse séria, já existiria boicote a Israel a muito tempo. Mas como ficaria o tráfico de drogas, armas e corrupções se não fossem os bancos israelitas para lavar essa dinheirada toda? Afinal de contas quem paga a banda escolhe a música.
31/5/2010, The Guardian, UK, Ian Black (editor para o Oriente Médio)
O sangrento ataque israelense contra a frota de auxílio humanitário que tentava chegar a Gaza parece ter sido desastroso gol contra. Chamará ainda mais a atenção do mundo contra o continuado bloqueio da Faixa da Gaza – e do pior modo possível –, e fará aumentar a pressão internacional contra o bloqueio. O mais provável é que Israel seja obrigado, agora, a aceitar conversações diretas com o Hamás, partido islâmico palestino que governa a Faixa.
O Hamás imediatamente acusou Israel de haver cometido crime de guerra, ao mesmo tempo em que conclamou a comunidade internacional a intervir urgentemente, para levantar o sítio que sofrem os palestinos. De fato, o bloqueio israelense começou depois que o Hamás foi eleito, há quatro anos. (…)
O Egito também será atingido pelos efeitos da desastrosa ação dos israelenses, porque também mantém o bloqueio de Gaza na fronteira sul. Ontem, anunciou que estava preparado para receber os navios da “Flotilla internacional da paz” no porto de El-Arish, no norte do Sinai. A medida terá pouco efeito, porque o Egito será exposto ao mundo como cúmplice de Israel.
Na Jordânia, aliada dos EUA, houve furiosas manifestações de rua. A Jordânia, como o Egito, mantêm um tratado de paz com Israel. Tudo isso aumenta a gravidade da repercussão regional.
Amanhã, em reunião de emergência da Liga Árabe, ouvir-se-ão os ecos, também da ira regional. Amr Moussa, secretário-geral, disse, em reunião no Qatar, que “Israel não está preparada para a paz.” (…)
Embora se tenham passado poucas horas do ataque de Israel ao comboio internacional de ajuda humanitária, já era claro, em todo o mundo, que o ataque veio como um presente dos céus para os inimigos de Israel. Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, disse: “A ação desumana do regime sionista contra o povo palestino, impedindo, pela violência mais bárbara a entrega de ajuda humanitária ao povo de Gaza, não é sinal de força do regime sionista, mas de fraqueza. Essa violência apressará o fim do regime sionista, regime sinistro e de simulacro.”
