Depois de 12 dias sem expediente a reitoria da USP começou a funcionar. As portas de aço não impediram a vontade de lutar dos trabalhadores da universidade.
Assembléia, discussões ocorreram logo após a ocupação. Apoios diversos começam a se somar com essa nova fase da luta dos trabalhadores – em gureve a mais de um mês. Na tarde de ontem foi a vez do professor Luizinho – Eca-USP – trazer a sua aula para o palácio do Rei-Tor. A noite foi a vez da cultura e diversão, show com B-Negão, banda do canil e convidados. Aproveitando o momento para divulgar a greve e arrecadar fundos para os mais de mil funcionários que tiveram seus salários cortado.
No dia de hoje foi a vez de Chico de Oliveira ministrar sua aula com seus alunos da pós-graduação, funcionários e alunos ocupantes.E pela tarde uma caravana da USP se dirigiu a Campinas para um ato unificado com funcionários da Unesp e da Unicamp. Novo folego a luta dos funcionários da USP, mostrando para o coletivo dos movimentos que a unidade surge das lutas. E que esse é o caminho para a nossa reorganização. Agora é somar forças com o Sintusp, ocupar a reitoria e dar uma função social para o coração da burocracia universitária.
