Informe:

COSEAS-USP OCUPADO

Segue informe dos motivos e reivindicações do movimento que ocupou a Coordenadoria de Assistência Social da USP. As políticas de assistência e permanência estudantil, um direito dos estudantes, nâo tem sido cumpridas pela COSEAS (Coordenadoria de Assistência Social), ao contrário, este órgão,...

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Plebiscito Limite da Terra – Comitê Centro

Posted by Moisa | Posted in reforma agrária | Posted on 17-08-2010

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O Comitê Centro/SP do Plebiscito pelo Limite  da propriedade da Terra já vem se reunindo. No dia 30/08/2010 fará, como parte do dia nacional de divulgação do plebiscito, um grande panfletagem de esclarecimento à população no Largo de Santa Cecília apartir das 16h. No mesmo dia, faremos uma reunião para organizar o plebiscito as 19:30h no Sindicato dos Correios à R. Canuto do Val, 169. Todos estão convidados a ajudar nessa luta contra o latifúndio e pela igualdade.


Plebiscito Popular – Limite da Terra

Posted by Moisa | Posted in reforma agrária | Posted on 17-08-2010

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por Assessoria de Comunicação FNRA

Falta menos de um mês para o início do Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra no Brasil. Entre os dias 01 e 07 de setembro, toda a sociedade brasileira terá a oportunidade de dizer se é a favor ou contra a concentração de terras no país, ou seja, se concorda ou não com o latifúndio.

Durante os dias 15 e 17 de julho, cerca de 100 representantes de entidades, organizações, movimentos e pastorais sociais do campo e da cidade de todos os estados da federação, estiveram reunidos em Brasília para a II Plenária Nacional de Organização do Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra.

No encontro foram aprofundados estudos sobre a questão fundiária do país, em que os participantes expuseram a realidade de cada região brasileira. As atividades contaram com a assessoria do geógrafo e professor da Universidade de São Paulo (USP), Ariovaldo Umbelino. Além das análises, foram debatidas e planejadas ações de divulgação, organização e articulação da semana da coleta dos votos.

Os estados já estão organizados em comitês compostos por diferentes entidades e organizações. A partir dos comitês estaduais, estão sendo formados os comitês regionais, onde municípios das diferentes regiões também estão sendo inseridos no processo.

Dentre os encaminhamentos da plenária, foi definido o Dia Nacional de Mobilização pelo Limite da Propriedade da Terra, que será realizado no dia 12 de agosto, em memória a mártir Margarida Alves, camponesa assassinada em 1983. Neste dia os articuladores do Plebiscito Popular farão um grande mutirão de formação da sociedade brasileira que já está sendo conscientizada sobre a realidade agrária do país.

A população brasileira também é convidada a participar de um abaixo-assinado que já está sendo circulando em todo país e que continuará após o Plebiscito. O objetivo desta coleta de assinaturas é entrar com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) no Congresso Nacional para seja inserido um novo inciso no artigo 186 da Constituição Federal que se refere ao cumprimento da função social da propriedade rural.

Além das 54 entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, também promovem o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra, a Assembléia Popular (AP) e o Grito dos Excluídos. O ato ainda conta com o apoio oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).

Pelo direito à terra e à soberania alimentar: Vamos às urnas mostrar nosso poder popular!

Vamos à luta

A realização e o sucesso do plebiscito dependem única e exclusivamente da participação e do empenho de cada um, de cada entidade, organização e pastoral, uma vez que não existe nenhum apoio público e da mídia. Representa a força e a determinação de quem acredita em que algo pode ser feito para corrigir esta absurda concentração de terras que acaba por excluir milhões de famílias de terem seus direitos protegidos. Portanto,

  • Fale, comente e divulgue, também pela internet e redes sociais (orkut, twitter), o plebiscito para seus amigos, sua família e colegas de trabalho.
  • Integre-se aos comitês locais ou estaduais que vão organizar o Plebiscito.

Na Semana da Pátria, junto com o Grito dos Excluídos:

  • Intensifique a divulgação;
  • Ajude a organizar os locais de votação;
  • Participe de alguma mesa de votação;
  • VOTE;
  • Assine o abaixo-assinado que será levado ao Congresso Nacional para que seja votada uma emenda constitucional que determine um limite ao tamanho das propriedades.

Conheça as perguntas que estarão na cédula de votação durante o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra

1 – Você concorda que as grandes propriedades de terra no Brasil devem ter um limite máximo de tamanho?

2 – Você concorda que o limite das grandes propriedades de terra no Brasil possibilita aumentar a produção de alimentos saudáveis e melhorar as condições de vida no campo e na cidade?

DIA DO SARESP: a financeirização da educação pública.

Posted by rafah | Posted in Educação | Posted on 16-08-2010

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Hoje foi o dia estadual do SARESP, todos os alunos do ensino médio e fundamental que estudam em escolas estaduais foram dispensados das aulas e os professores foram convocados a comparecer na escola para discutir o SARESP com seus coordenadores pedagógicos. O SARESP é a prova aplicada aos alunos da sexta e oitava séries e do terceiro ano, e sobre ela é que se calcula os tais bônus que o Serra-DEMO oferece para os professores que seguem direitinho a sua cartilha da educação bancária.

Toda a reunião dos professores foi para explicar os critérios de ranqueamento e composição da nota. Tabelas, gráficos e metas pautaram a apresentação do coordenador. O encontro parecia mais uma palestra para vendedores de seguros ou outros produtos financeiros que um encontro de educadores. Em nenhum momento se debateu metodologia ou estratégias específicas para as especificidades de determinadas turmas ou alunos. As dificuldades reais dos professores no dia a dia da sala da aula ficaram de lado, cedendo lugar às pressões para se atingir as metas e assim garantir o “prêmio”.

Os 16 anos de governo do social-darwinismo brasileiro (PSDB) no estado de São Paulo não só conseguiram sucatear a materialidade das escolas públicas, mas também estão acabando com a mente do educador, transformando-o num autômoto do sistema, num vendedor de saberes, num perseguidor de metas numéricas. Tudo isso revoltantemente reduz a Condição Humana ao nível de meros recursos humanos.

MINHA TENDA MINHA LUTA

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, Plínio Presidente, política institucional | Posted on 13-08-2010

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Hoje Baltazar 50051 passará a tarde no Largo de Santa Cecília, apresentando suas propostas, conversando com a população e denunciando as desigualdades sociais e mazelas do capitalismo. O projeto “Minha Tenda, Minha Luta” visa promover uma maior integração da candidatura com o povo, através de apresentações culturais, como músicas, vídeos, leituras, falas, pinturas, cartazes, etc. Depois, Baltazar e os demais integrantes do Núcleo de Base do PSOL Santa Cecília adentram no tradicional samba do Bloco Carnavalesco Filhos da Santa, que começa às 20hs., no mesmo local.

Baltazar e parte do Núcleo de Base do PSOL - Santa Cecília

Primeiro programa eleitoral do Baltazar 50051

Posted by rafah | Posted in Educação, Plínio Presidente, política institucional | Posted on 11-08-2010

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Publicamos hoje o primeiro programa eleitoral do candidato a deputado estadual, pelo PSOL, Baltazar 50051. Nessa primeira edição Baltazar fala sobre transporte público, escolas públicas e cultura popular. Assista, comente, divulgue e faça sugestões para a pauta dos próximos programas.

www.outubrovermelho.com.br é Baltazar 50051 para deputado estadual, Plinio 50 para presidente e Bufalo 50 para governador.

Bônus ou “bicho” para professores

Posted by Moisa | Posted in Educação, Plínio Presidente | Posted on 11-08-2010

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Segue duas matérias, a primeira refere-se às declarações de Plínio em atividade promovida junto à Associação Comercial de São Paulo no qual, entre outros, critica Serra pela política de Bônus implementada na escola pública de São Paulo (retirada do portal UOL). A outra, uma matéria que explica e critíca a nefasta política de bônus/bicho (retida do jornal/portal correio da cidadania). Vale compartilhar que alguns impulsionadores desse site são professores, e não terão direito ao “bicho” do Estado pois preferiram lutar por reajuste salarial e fizeram GREVE.


Plínio dá sermão em empresários e diz que Serra paga ”bicho” a professores

Maurício Savarese

Diante de uma plateia incomum para ele, o candidato à presidência pelo PSOL, Plinio de Arruda Sampaio, afirmou nesta segunda-feira (9), que os empresários brasileiros precisam dividir renda e combater as desigualdades mais do que têm feito.

Ele disse ainda que quadruplicará o programa Bolsa Família, conterá o avanço dos produtos chineses e priorizará a relação com os vizinhos sul-americanos, se eleito.

No encontro “Candidatos à Presidência Falam aos Empreendedores do Brasil”, promovido pela Associação Comercial de São Paulo, o socialista distribuiu ironias para os empreendedores e afirmou que não conta com nenhum deles para a as eleições de outubro. Seguindo o padrão do debate da última quinta-feira (5), ironizou os rivais, em especial o tucano José Serra.

“Só participei deste debate porque a moçada do twitter pressionou de tal maneira que me puseram lá”, afirmou Plínio. “Não tenho nenhum preconceito por vocês serem empresários e nós estarmos do lado do povo”.

Ao se referir a Serra, o socialista chamou de “indignidade” a situação das escolas públicas em São Paulo, Estado governado pelo tucano até este ano. “Ele inventou o bicho para professor, como tem para jogador de futebol. Se a classe do professor for bem em uma competição, ele ganha um aumento de R$ 200. Nossas propostas são diametralmente opostas”.

Plínio foi convidado para o encontro, que ainda reunirá Serra e a candidata do PV, Marina Silva, por Guilherme Afif Domingos, candidato a vice-governador de São Paulo na chapa de Geraldo Alckmin, do PSDB.

Aos empresários, Plínio disse: “Nossa proposta não é nada extremista, mas não é pela livre empresa, pela livre iniciativa. (…) Sou eu que vai proteger vocês dos produtos chineses”, disse o candidato do PSOL.

“Já perdi todos os votos de vocês hoje. Agora, vou perder muitos votos de funcionário público: não pode privilegiar funcionário público”, disse ele, que com essa frase, foi aplaudido pela plateia



Como no futebol: professor agora ganha “bicho”

A gravidade do problema da educação primária e secundária do país não se mede pela insuficiência da rede escolar (que não consegue sequer matricular toda a população juvenil do país), nem pela precariedade dessa rede (tanto em decorrência da falta de preparação e de motivação dos docentes quanto da precariedade das instalações físicas) e nem mesmo da violência que campeia tão solta a ponto de freqüentar escola constituir risco de morte.

O quadro é muito mais grave, resultante do comportamento irresponsável dos governos petistas e tucanos, cujas políticas educacionais solapam os fundamentos da cultura, da ética e da própria dignidade de professores, funcionários e alunos.

Constrangidos pelo impacto da crise do capitalismo no Brasil, tais governos, incapazes de reagir a ela com dignidade, sabem que não estão autorizados a gastar dinheiro com a educação. Pelo contrário, sabem que terão de arrochar salários de professores e de funcionários, bem como reduzir investimentos em edifícios escolares e equipamento pedagógico. A saída para esconder a vergonha é a corrupção do caráter do professorado, do funcionalismo e dos alunos.

O método usado para isto é a concessão de bônus. Se a escola consegue um resultado positivo em relação a uma certa meta que o governo estabelece, os professores recebem um “bônus” em dinheiro – bônus este que pode ser efetivado pelo próprio governo ou por alguma empresa privada, como parte de sua política de limpar a imagem.

O mesmo acontece com o aluno pobre. Se obtiver nota superior a um certo número, sua mãe receberá um pequeno aumento na Bolsa Família.

Mas tem ainda mais: lei recentemente aprovada pela Assembléia Legislativa de São Paulo criou vários “incentivos” aos professores. Vejam estas duas “pérolas”: o professor que cumprir uma série de condições (por exemplo, não faltar, não pedir remoção etc.) pode ser selecionado para fazer uma prova de avaliação de sua competência docente. Tirando nota superior a 6 nessa prova, estará credenciado a receber um aumento que poderá representar até 20% do seu salário. Ou então essa outra: o professor substituto que for contratado para dar aulas em 2010 terá de purgar uma quarentena de 200 dias, para ser recontratado em 2.011. Tem algum cabimento nesse tipo de “incentivos”?

O incrível é a sociedade não perceber que esta política é obscena, corrompe totalmente o processo educacional da juventude – fundamento da reprodução física e ética de todo o corpo social.

A corrupção atinge todo o professorado na medida em que o bônus, a avaliação e outros “incentivos” da mesma espécie são esmolas destinadas a substituir o salário e a dividir a classe. É assim que o caráter desse professorado se corrompe, porque cada candidato a recebê-los sabe que está aceitando esse benefício espúrio unicamente porque não tem coragem de lutar pelo seu direito legítimo a uma remuneração digna da importância e da nobreza da função que cumpre na sociedade. A opção pela esmola infecta a sua consciência e torna o professorado, como um todo, um corpo amorfo incapaz de influenciar na sociedade.

A corrupção dos alunos começa aí. Como pode o aluno respeitar um professor que não respeita a si próprio? Acaso, não é o mestre, depois dos pais, a referência mais forte na formação ética do jovem? Quando o jovem se depara com um professor que aceita a humilhação sem luta, é este o paradigma que incorpora no universo da sua consciência. Pode-se imaginar a Pátria que surge daí.

Mas o problema é ainda mais grave: logo o jovem percebe que está integrado numa instituição farsesca. Sem uma referência institucional clara, ele tende a buscar no traficante que o ronda na saída das aulas uma escapatória para sua falta de orientação e de estímulo.

Este monstruoso crime está sendo cometido por pseudo-intelectuais que conseguem a proeza de aliar soberba e servilismo, sob as vistas de uma geração de brasileiros que desertou das suas obrigações.

Esta obscenidade precisa ser denunciada com toda força hoje, para que o povo brasileiro possa cobrá-la amanhã.

NOSSA PROPAGANDA ELEITORAL

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, Plínio Presidente, política institucional | Posted on 10-08-2010

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Essas serão as eleições da internet, através da rede virtual, candidaturas pequenas e proletárias como as do nosso partido, o PSOL , têm a possibilidade de vir a público e colocar suas idéias para o povo. Vai ai uma pequena seleção do nosso horário político ideal:

Plínio segundo Angeli

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Plínio Presidente | Posted on 09-08-2010

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Katrina e Jardin Romano, duas tragédias a mesma história

Posted by Baltazar | Posted in Imperialismo, Movimento Negro, política institucional | Posted on 09-08-2010

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Nova Orleans, Katrina

Nova Orleans, Katrina

Depois de 32 anos a cidade de Nova Orleans, nos EUA, voltou a eleger um prefeito branco. Do mesmo partido do famoso presidente negro do país, os democratas. A eleição de Landrieu reflete a política de exclusão que se acentuou na cidade após o furacão Katrina, há 5 anos atrás. Segundo reportagem deste domingo, no jornal da família Frias, após a cidade ser devastada pelas águas de uma barragem que cedeu após o Katrina, a reconstrução da cidade foi parcial. As áreas ricas do município, ás áreas de interesse turístico e as áreas de negócios já foram recuperadas. Os bairros negros (cerca de 60% da população de Nova Orleans é negra) segue com escombros e pouca coisa da sua infra-estrutura foi recuperada.

A população negra e pobre, com suas casas alagadas, foram obrigados a se retirarem da cidade até que houvesse condições de retornar ao local. Porem os bairros do Baixo Distrito 9 segue destruída, com terrenos abandonados e cheio de mato. A elite branca se aproveitou da tragédia para retornar o poder político pela expulsão e exclusão do povo pobre. Segundo a reportagem entre 30% e 40% dos pobres nunca voltaram e a elite branca volta ao poder pelo mesmo partido que a elite negra governava a cidade, que por sinal é o memso do presidente Obama.

Longe de ser um problema especifico de Nova Orleans esse descaso é fruto da política de segregação capitalista. No final do ano passado as chuvas de verão, e a preferencia da prefeitura em alagar o bairro do Pantanal e Jardim Romano ao invés de causar uma enchente na marginal Tietê (através da liberação e contenção de água pelas barragens do rio),  encheu as casas e expulsou muitas famílias do seu lar. Detalhe que a maioria dessas casas não era uma auto-construção ou uma área de ocupação “irregular”, trata-se de uma área construída pelos governos estaduais e municipais a bastante tempo. Assim como na cidade estadunidense o povo pobre da capital paulista ficou desalojada. E assim como na cidade estadunidense a grande maioria delas até hoje não retornaram a suas casas, ou melhor a maior parte dela nunca retornará, como na cidade estadunidense.

Jardin Romano

Jardin Romano

Segundo frase propagandeada nos comerciais tucano “a política é feito de escolha” Escolher qual comporta você abre. Qual parte da cidade que você vai alagar: a que afeta o trânsito dos veículos ou o que afeta a casa dos pobres. Depois vem outra escolha: o que você vai fazer com essa população. Pode-se mante-las nas áreas com mais infra-estrutura urbana e próximo ao centro econômico da cidade ou longe, onde se possa esconder essa população aos olhos do capital e dos turistas estrangeiros que vistoriarão nossa cidade na Copa do Mundo. A terceira escolha que os governantes tem que fazer é: ou construímos conjuntos habitacionais pelos nossos financiadores de campanha (construtoras) ou enfrentamos outro financiador de nossa campanha (as imobiliárias). Obviamente o tucanato histórico ficará com as construtoras. Obviamente o neo-tucanato (PT) também  ficará com as construtoras. Por isso defendemos que só existe uma saída para o apartheid social da cidade de São Paulo, e das outras grandes cidades, a expropriação dos imóveis abandonados da nossa cidade. A expropriação dos imóveis daqueles que colocam o lucro antes da vida.

PLINIO 50 QUEBRA TUDO NO DEBATE DA BAND

Posted by rafah | Posted in Plínio Presidente, política institucional | Posted on 06-08-2010

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Ontem a TV Band realizou o primeiro debate televisivo entre alguns dos candidatos a presidente do Brasil. Foram convidados aqueles representantes de partidos e coligações que têm representação parlamentar, e por isso que Plinio 50 estava lá. E nosso candidato nos encheu de orgulho ao cumprir a sua tarefa fundamental: mostrar que as candidaturas do Serra-DEMO, da Dilma-PMDB, e da Marina-Natura S.A. representam um só projeto de desenvolvimento capitalista com diferentes gerentes; mostrou que é possível questionar o modelo da desigualdade social, que se tornou tão naturalizado em nossos tempos. Plinio ainda foi fundo ao atacar o serrismo da mídia tucana,  e cumpriu uma função pedagógica ao demonstrar para os trabalhadores que o Serra-DEMO é a favor do latifúndio e dos empresários; que a Marina-Natura S.A. é uma ecocapitalista, e que a Dilma é só a sombra do lullismo. Mas, o mais importante da participação do Plinio 50 nesse debate foi a demonstração de que não há conciliação possível entre as classes sociais no Brasil, que existe um projeto que se pretende universalista, mas que é elaborado para sustentar latifundiários, mega-corporações, bancos internacionais, políticos corruptos; e um outro projeto que está sendo aos poucos recuperado, reconstruído, um outro projeto que prega a igualdade radical na distribuição das possibilidades de vida, um projeto que escolhe claramente o lado mais numeroso e mais fraco, e quer inverter o jogo e suas regras,  derrotando aqueles que vem dando as cartas no país há mais de 500 anos.

Seguem trechos para que você faça o seu próprio juizo da participação do Plinio no debate:

debate 1

debate 3

debate 9

debate fim