Informe:

Plínio de Arruda Sampaio fura o Bloqueio da Mídia!

Aos 80 anos de idade, o candidato do PSOL para presidência Plínio de Arruda Sampaio mostra hoje que sabe usar o poder subversivo da internet melhor que Serra, Dilma e Marina juntos. Usando o twitter e o twitcam (site que permite ao usuário transmitir vídeo de sua webcam ao vivo), Plínio comenta...

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BALTAZAR 50051 para deputado estadual e CABRAL DOS QUÍMICOS 5007 para deputado federal

Posted by rafah | Posted in Plínio Presidente, política institucional | Posted on 19-08-2010

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Esse é o novo panfleto da candidatura do Baltazar 50051 para deputado estadual, juntamente com o candidato a deputado federal Cabral 5007, histórica liderança sindical de São José dos Campos e região.

Primeiro programa eleitoral do Baltazar 50051

Posted by rafah | Posted in Educação, Plínio Presidente, política institucional | Posted on 11-08-2010

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Publicamos hoje o primeiro programa eleitoral do candidato a deputado estadual, pelo PSOL, Baltazar 50051. Nessa primeira edição Baltazar fala sobre transporte público, escolas públicas e cultura popular. Assista, comente, divulgue e faça sugestões para a pauta dos próximos programas.

www.outubrovermelho.com.br é Baltazar 50051 para deputado estadual, Plinio 50 para presidente e Bufalo 50 para governador.

NOSSA PROPAGANDA ELEITORAL

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, Plínio Presidente, política institucional | Posted on 10-08-2010

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Essas serão as eleições da internet, através da rede virtual, candidaturas pequenas e proletárias como as do nosso partido, o PSOL , têm a possibilidade de vir a público e colocar suas idéias para o povo. Vai ai uma pequena seleção do nosso horário político ideal:

PLINIO 50 QUEBRA TUDO NO DEBATE DA BAND

Posted by rafah | Posted in Plínio Presidente, política institucional | Posted on 06-08-2010

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Ontem a TV Band realizou o primeiro debate televisivo entre alguns dos candidatos a presidente do Brasil. Foram convidados aqueles representantes de partidos e coligações que têm representação parlamentar, e por isso que Plinio 50 estava lá. E nosso candidato nos encheu de orgulho ao cumprir a sua tarefa fundamental: mostrar que as candidaturas do Serra-DEMO, da Dilma-PMDB, e da Marina-Natura S.A. representam um só projeto de desenvolvimento capitalista com diferentes gerentes; mostrou que é possível questionar o modelo da desigualdade social, que se tornou tão naturalizado em nossos tempos. Plinio ainda foi fundo ao atacar o serrismo da mídia tucana,  e cumpriu uma função pedagógica ao demonstrar para os trabalhadores que o Serra-DEMO é a favor do latifúndio e dos empresários; que a Marina-Natura S.A. é uma ecocapitalista, e que a Dilma é só a sombra do lullismo. Mas, o mais importante da participação do Plinio 50 nesse debate foi a demonstração de que não há conciliação possível entre as classes sociais no Brasil, que existe um projeto que se pretende universalista, mas que é elaborado para sustentar latifundiários, mega-corporações, bancos internacionais, políticos corruptos; e um outro projeto que está sendo aos poucos recuperado, reconstruído, um outro projeto que prega a igualdade radical na distribuição das possibilidades de vida, um projeto que escolhe claramente o lado mais numeroso e mais fraco, e quer inverter o jogo e suas regras,  derrotando aqueles que vem dando as cartas no país há mais de 500 anos.

Seguem trechos para que você faça o seu próprio juizo da participação do Plinio no debate:

debate 1

debate 3

debate 9

debate fim

SOBRE O CENTRO DE SÃO PAULO

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Criminalização do Movimento, Revitalização do Centro, política institucional | Posted on 22-07-2010

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Chegou a hora das eleições. Todos os poderosos apostam suas fichas (e muito dinheiro) nas campanhas eleitorais. Dentre os principais doadores aos políticos estão as construtoras e as associações imobiliárias. Nas últimas eleições, dos sete maiores doadores, seis eram do ramo imobiliário. Mas qual o interesse dessas empresas em “apoiar” candidatos?  No caso de São Paulo, os empresários do setor imobiliário têm um grande interesse: saquear o centro da cidade!

Abandonado nos anos 80 e 90 essa região da cidade foi ocupada por setores de classe média baixa e pobres. Nos últimos 10 anos, as classes média e alta redescobrem o centro da cidade de São Paulo. Cansados de ficarem presos no trânsito para se moverem do trabalho à casa; a saída encontrada por essa parcela da população foi reocupar a região.

Dotado de infraestrutura, transporte, hospital, escola, a região é vista pelas elites como “desperdiçada” ou “sem vida”, porque ocupada pelas classes inferiores, invisíveis. Para as classes média e alta, o centro é lugar cheio de riscos, e nisso elas exprimem e reforçam a criminalização da pobreza: os pobres são, antes de mais nada, perigosos.

Desta forma começa uma cruzada contra os pobres na região central da cidade. O primeiro passo para isso é criminalizar a pobreza, utilizando a polícia para reprimir e roubar as mercadorias dos camelôs. Para que eles desistam de continuar no ramo ou sejam forçados a mudar seu ponto, de tanto terem suas mercadorias apreendidas. Criminalizam os movimentos de moradia, utilizam todo o aparato policial para desocupar os prédios e mantê-los vazios.

Serra e seu amigo Kassab(DEMO) fecharam praticamente todos os albergues no centro da cidade, enquanto ameaçam fechar os estabelecimentos que servirem refeição aos moradores de rua. Catadores de materiais recicláveis têm suas carroças apreendidas, enquanto moradores de rua são acordados de madrugada com jatos de água, numa grotesca “limpeza” orquestrada pela prefeitura.

A cultura popular é retirada do centro a partir da política do PSIU, enquanto os grandes estabelecimentos noturnos operam tranquilamente, mesmo desrespeitando as normas estabelecidas. Enquanto a lei do PSIU servia apenas para “caçar” a cultura popular e retirar as pessoas de baixa renda que se divertiam no centro da cidade, a lei seguiu intacta; já quando começa a ameaçar os grandes empresários da noite, ela é modificada. Assim funciona o nosso Estado, para os amigos dos governantes tudo pode, para o povo aplica-se a “lei”.

Esperando a valorização da região, grandes proprietários fecham seus imóveis por anos à fio (inclusive deixando de pagar seus tributos), para vendê-los ou alugá-los com preços mais vantajosos. Excluindo o povo pobre, e escondendo-o nas periferias das grandes cidades é que vamos mostrar ao mundo que se reduziu a pobreza no Brasil. Quando desembarcarem os turistas para a Copa do Mundo de 2014 o centro da nossa cidade estará  restaurado e livre dos pobres.

Por tudo isso defendemos:

Que se exproprie todos os imóveis abandonados no centro da cidade para moradia popular.

Fim das apreensões das mercadorias dos trabalhadores ambulantes.

O fim de toda repressão aos que querem trabalhar.

Pelo fim da perseguição da cultura popular.


SOBRE A CORRUPÇÃO, A POLÍTICA E O POVO

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, O povo sai as ruas, política institucional | Posted on 21-07-2010

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Mensalão, mensalão do DEMO, caixa 2, super-faturamento, dinheiro na cueca, na meia, etc. Corrupção: todo dia se ouve falar nessa odiável palavra. Em época de eleições é importante nos fazermos essas perguntas: por quê tanta corrupção nesse país? Por quê os políticos estão mais preocupados em enriquecer ilegalmente do que ajudar o povo que os elegeu? Por quê o político fala uma coisa na campanha e faz outra no governo? Por quê tanta mentira, sujeira, enganação? De quem é a culpa disso tudo?

É preciso admitir: a culpa é nossa, de todos nós, e por dois motivos. Primeiro porque escolhemos mal, porque nos deixamos levar por campanhas publicitárias, musiquinhas pegajosas, desenhinhos, bonequinhos; porque nos preocupamos mais com a vida pessoal e a aparência do candidato do que com sua trajetória política, do que com os ideais de seu partido, etc. Porque o povo brasileiro escolhe o seu candidato na véspera da eleição, porque ele olha para o jornal para ver quem está ganhando e vota nesse qualquer um para não “perder” o voto. Também porque admitimos que o corrupto fique lá no poder, que ele, quando desmascarado, peça afastamento do cargo, candidate-se nas próximas eleições, e lá estará o povo novamente a elegê-lo. Pois é, a culpa é nossa, do povo brasileiro.

Mas existe um segundo motivo para admitirmos essa culpa. Um motivo mais profundo que não diz respeito só às escolhas impensadas que fazemos no momento de votar. Afinal, qual é o nosso real poder de mudar tudo isso com um voto a cada dois anos? O problema não é só o candidato que escolhemos, é o sistema que aceitamos. O problema não se reduz a um ou outro deputado, senador, governador ou presidente; mas é a Câmara do Deputados, o Senado, o governo, o poder executivo, a estrutura de poder. O problema da corrupção está na estrutura do governo, a corrupção faz parte da mecânica do governo, ela é a regra do jogo, e não a exceção. A exceção é quando ficamos sabendo de casos de corrupção, e o pouco que ficamos sabendo não é metade de tudo o que acontece. Se a corrupção é a regra, quem quiser jogar nesse sistema teria que aceitá-la. Teria?

E se propormos novas regras para o jogo da política? E se não aceitarmos mais sermos consultados apenas por dois minutos a cada dois anos? É preciso ver a democracia no Brasil não como algo bem acabado que, com melhores escolhas de candidatos, caminharia suficientemente bem. É preciso ver a democracia do Brasil como algo em construção e que está longe de realizar-se plenamente. Não é porque votamos que vivemos num país democrático. Não é democrático um país em que um candidato  investe milhões numa campanha eleitoral para ter chances de se eleger. De onde vem tanto dinheiro para queimar numa campanha de 3 meses? A máquina, o sistema da corrupção já começa a funcionar antes do governo, nas próprias eleições, na campanha eleitoral. Não é democrático um país em que existam pessoas vivendo em barracos num morro ao lado de prédios de luxo. Não é democrático um país em que o político, o juiz, ou o policial corruptos sejam temporariamente afastados do cargo, enquanto a mãe de família que rouba um shampoo no supermercado seja presa por anos à fio.

No nosso entendimento, só o povo organizado e atuante 100% do tempo pode mudar realmente essa situação. É preciso fazer uma grande e profunda transformação na estrutura de poder da sociedade para acabar com a corrupção. Não há outro caminho para o povo brasileiro. O caminho é difícil, longo e perigoso, mas é preciso ter a coragem de percorrê-lo. É preciso dar os primeiros paços. E para nós alguns dos primeiros paços seriam estes:

1 – defender a proibição de financiamento privado de campanhas eleitorais;

2 – defender a ampliação do  uso de plebiscitos e consultas populares para a tomada de decisões políticas;

3 – reivindicar a multiplicação dos espaços de discussão, participação e decisão popular no desenvolvimento de políticas públicas;

4 – defender e elaborar uma reforma profunda dos poderes executivo, legislativo e judiciário.

Só a luta libertará o povo da corrupção!

FEIJOADA DE LUTA

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, política institucional | Posted on 19-07-2010

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www.outubrovermelho.com.br convida todos a comparecer e prestigiar a “Feijoada de Luta”, evento cultural, musical e gastronômico que ocorrerá no próximo sábado, na nova sede do PSOL na Vila Mariana. O evento é ainda uma oportunidade para dialogar sobre os problemas do Brasil e do estado de São Paulo e as possíveis soluções para eles, claro que sem esquecer o brilho da música e da cultura popular brasileira.

DICA CULTURAL APROPRIADA PARA O MOMENTO: um filme e uma mini-crítica.

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, política institucional | Posted on 15-07-2010

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Ontem finalmente vi o filme “Entreatos” do Moreira $alles: impressionante. Sei que estou no mínimo 7 anos atrasado, mas isso pode ser uma vantagem. Já não há aquela ilusão de que poderá ser um governo realmente transformador que nos levaria a minimizar os descalabros políticos que aparecem no filme como ossos do ofício. O ossos do ofício na campanha seguem ossos no governo. No filme Lulla demonstra todo o seu carisma, sua habilidade política e sua vontade de governar… infelizmente, a qualquer custo. Conversas com o $etubal em Washigton, com jornalistas estrangeiros e com seus assessores diretos deixam explícitas as concessões que o PT teve que fazer para chegar a governar. Quem acredita e quem não acredita nas eleições deve ver o filme! Dois últimos comentários: todo o primeiro escalão da campanha dansou no primeiro mandato com a história do mensalão: Palocci, Gushiken, Zé Dirceu, Duda Mendonça… só quem ficou foi o Mantega, o que é no mínimo interessante. Outra coisa: o filme deixa claro que Lulla era sim um fantoche de uma máquina que o supera, o que se vê desde ele ouvindo o Duda sobre como deve falar até a pesquisa de opinião ao vivo que fazem durante o último debate. A campanha é um ensaio de governo, é isso que me impressionou no filme.

Vai ai o link para você refrescar a memória ou ver pela primeira vez:

entreatos

O governo de São Paulo visto por Búfalo

Posted by rafah | Posted in Educação, política institucional | Posted on 13-07-2010

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Numa das poucas brechas abertas pela mídia corporativa nosso candidato a governador do estado de São Paulo, o professor Paulo Bufalo  (50) tem a oportunidade de expor suas idéias. Boa leitura!

publicado em 11/07/2010 às 20h29:

PT e PSDB são “samba de uma nota só”,
diz candidato do PSOL em São Paulo

Paulo Bufalo quer mostrar ao eleitorado paulista que rivais representam o mesmo modelo

José Henrique Lopes, do R7
Divulgação

Professor foi escolhido por unanimidade pelo PSOL para disputar o governo

A exemplo do que ocorre na disputa pela Presidência da República, em São Paulo a corrida pelo governo estadual é também marcada pela rivalidade entre PT e PSDB, que lançaram como candidatos, respectivamente, o senador Aloizio Mercadante e o ex-governador Geraldo Alckmin.

O professor Paulo Bufalo, candidato do PSOL ao Palácio dos Bandeirantes, quer questionar este quadro de polarização para mostrar que as duas opções representam, na verdade, o mesmo modelo. Bufalo estudou Engenharia e é professor de ensino técnico no Centro Paula Souza. Integra a executiva paulista do PSOL e cumpriu dois mandatos de vereador em Campinas.

Ao lado do promotor aposentado Plínio de Arruda Sampaio, que é candidato do partido à Presidência, ele pretende ajudar o PSOL a se consolidar como uma legítima alternativa de esquerda também em São Paulo. Para tanto, e apesar dos escassos recursos financeiros para bancar a campanha e do pouco espaço nos meios de comunicação, Bufalo vê a militância como um ator principal.

O professor afirma que vai tentar mostrar ao eleitorado paulista, durante a campanha, as semelhanças que existem nos discursos de PT e PSDB. Leia, a seguir, trechos da entrevista concedida por Paulo Bufalo ao R7.

R7 – Como o partido chegou ao seu nome para ser candidato?
Bufalo – Quando foi definido o nome do Plínio na conferência nacional do partido, havia já uma indicação na conferência estadual de que o nosso diretório deveria bater o martelo, e aí o nome foi escolhido por unanimidade, no entendimento de que precisávamos combinar a experiência que tem o Plínio com uma campanha que pudesse também ser esparramada aqui. Como eu vinha em um processo de organização do partido no interior, os companheiros acharam melhor.

R7 – O que a sua candidatura vai trazer de novo para a eleição em São Paulo?

Bufalo - O processo eleitoral está essencialmente despolitizado, evita-se que os temas polêmicos entrem na pauta. A nossa tarefa é colocar isso na pauta, e para isso precisamos da militância preparada para poder fazer o debate e trazer as contradições daquilo que tem sido apresentado pelos candidatos que aparecem à frente nas pesquisas.

R7 – Quais são as suas principais propostas?
Bufalo - O debate sobre a segregação, que é colocado pelo Plínio em nível nacional, será trazido para São Paulo, não somente porque estamos em um dos Estados mais populosos, mas no mais rico. Então essas características aparecem com muita força, e nós queremos colocar isso na pauta, pois motiva a militância a fazer o debate com a população, para tentar fazer com que a população assuma o nosso projeto e possa se reconhecer nele.

R7 – Há algo especial para as áreas de saúde e educação, sempre presente nos discursos dos demais candidatos?

Bufalo – As políticas públicas de saúde de educação, com o aprofundamento da crise e da concentração econômica, vêm sendo colocadas em segundo plano, e achamos que isso passa pelo processo de emancipação da população, não apenas para que [as pessoas] tenham um bom emprego, mas acesso à cultura, ao lazer, e isso implica ter uma educação e uma saúde de qualidade. A saúde hoje no Estado vem cada vez mais sendo tratada como mercadoria, e nós queremos reverter esse processo. Para isso, é preciso debater e colocar na pauta da população.

R7 – E como fazer isso com poucos recursos e espaço reduzido na mídia?
Bufalo - É aí que nós precisamos daqueles meios de comunicação que não são tão grandes, mas que são comprometidos com uma pauta social, de mudança. Em segundo lugar vem a nossa militância, na rua, nos espaço de trabalho e de educação e nos movimentos sociais. À medida que o nosso projeto passa a ser identificado como o projeto dos trabalhadores, da classe trabalhadora, a gente tem maior condição de fazer com que eles assumam essa pauta.

R7 – O que o PSOL pretende fazer para romper com a polarização entre PSDB e PT no Estado?
Bufalo – Eu costumo dizer que eles representam o samba de uma nota só, porque não destoam naquilo que defendem. Nós vamos procurar apresentar outro projeto, que faça a contraposição com o programa que eles apresentam. Eles colocam na pauta um conjunto de prioridades que mesmo estando à frente do Estado não realizaram, então por que eles realizariam agora?

R7 – O senhor se refere ao PSDB?
Bufalo - Sim, mas também ao PT. Se nós pegarmos a pauta da privatização, por exemplo, embora tenha sido a pauta principal do segundo turno da disputa presidencial [em 2006], com o Lula, hoje eles fogem desse assunto, porque tanto uns quanto outros são privatizantes. Nós queremos explorar temas como esse, o que nos dá condição de dialogar com a população, que em última instância é quem vive os efeitos e as consequências dessas políticas.

SERRA USA MÁQUINA DO GOVERNO DO ESTADO PARA FAZER SUA CAMPANHA ELEITORAL

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, política institucional | Posted on 12-07-2010

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Saiu hoje no jornaleco da família Frias o que quem escuta rádio e assiste a televisãojá sabia faz tempo: que o Serra multiplicou os gastos em campanha publicitária do governo estadual para encorpar a sua camapanha presidencial, violando frontalmente a legislação eleitoral vigente. É o de praxe: o Lula está fazendo o mesmo para a alavancar a Dilma, tanto que o presidente já foi duplamente multado por campanha eleitoral irregular. A chapa Marina-Natura S.A. que não tem à mão nenhuma máquina governamental vultosa vem apenas utilizando o espaço que a mídia corporativa vem lhe proporcionando, espaço que não é grátis, e no nosso entendimento tem dois objetivos: 1 – implantar na sociedade brasileira a impressão de que se vive numa sociedade democrática (o que é mentira!); e 2 – a chapa Marina-Natura S.A. é uma linha alternativa da campanha tucana pró-Serra, o objetivo tático é colocar uma outra mulher candidata que tenha condições de tirar votos da Dilma, levando Serra bem para o segundo turno,  e isso a troco de uns cargos e indicações ministeriais.

12/07/2010

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08h46

Governo de SP mais do que dobra gasto de publicidade

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DE SÃO PAULO

De janeiro a junho de 2010, o governo de São Paulo mais do que dobrou a média mensal dos gastos com publicidade em comparação aos três anos anteriores, informa reportagem de Catia Seabra, publicada nesta segunda-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Segundo a reportagem, vitrine principal do PSDB nas eleições de outubro, o governo do Estado gastou em seis meses R$ 141,8 milhões com publicidade e comunicação institucional.

No período, a média mensal foi de R$ 23,6 milhões, ante R$ 9,2 milhões mensais apurados como média dos primeiros semestres de 2007, 2008 e 2009 –crescimento de 156,5%. Os dados são do próprio governo.

A lei diz que, em ano de eleição, os gastos com publicidade não podem superar a média dos três anos anteriores. Mas, apesar disso, o salto dessas despesas não pode ser considerado ilegal. Isso porque a mesma lei impede que os governos façam gastos com propaganda nos três meses que antecedem o pleito. Assim, no fim do ano, a média mensal obrigatoriamente cairá.

OUTRO LADO

Em nota, a Secretaria de Comunicação de São Paulo afirmou que o governo “respeita a Lei Eleitoral e, para o seu cumprimento, reduziu em 31% o orçamento de comunicação e publicidade no ano de 2010 em relação ao investido em 2009″.

Ainda segundo a Secom, o acórdão 2506 do TSE não deixa dúvidas de que, para a aplicação da lei, vale a média realizada nos três anos anteriores ao da eleição.

O governo alega ainda que a baixa execução de 2007 –quando a atual estrutura de comunicação ainda não estava montada– afetou a média dos últimos três anos.