Informe:

Programa Nacional do PSOL 50

Conheça o programa nacional do PSOL.

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É AMANHÃ!

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, política institucional | Posted on 23-07-2010

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FEIJOADA DE LUTA

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, política institucional | Posted on 19-07-2010

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www.outubrovermelho.com.br convida todos a comparecer e prestigiar a “Feijoada de Luta”, evento cultural, musical e gastronômico que ocorrerá no próximo sábado, na nova sede do PSOL na Vila Mariana. O evento é ainda uma oportunidade para dialogar sobre os problemas do Brasil e do estado de São Paulo e as possíveis soluções para eles, claro que sem esquecer o brilho da música e da cultura popular brasileira.

II Ato Campo-Cidade contra a Criminalização dos Movimentos Sociais

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, Criminalização do Movimento | Posted on 09-04-2010

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Interessantíssima proposta de ato político e cultural! Vamos ocupar os museus e as escolas!

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II Ato político-cultural campo-cidade

Venha participar dessa manifestação dos trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade da região de Campinas!

Está cada vez mais forte a repressão contra os que lutam por uma sociedade mais justa em que haja trabalho, terra, comida e moradia PARA TODAS E TODOS. Este ato inicia uma campanha contra os que não permitem que nos organizemos para lutar por nossos direitos. Não vamos aceitar que nos calem! 

LUTAR NÃO É CRIME!!!

9 de abril – 14 H
Mesa de discussão – Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais – com representantes do MST, MTD, MTST  e Flaskô
No MIS (Museu de Imagem e Som) na Rua Regente Feijó, n° 859 – Centro – Campinas

10 de abril – A PARTIR DAS 10 H


Vamos protestar através da arte da cultura do povo com música, dança, teatro contra aqueles que oprimem o povo trabalhador!

HIP HOP – SAMBA – MODA DE VIOLA – BATUCADA -  TEATRO DE RUA

Na Escola EMEF OZIEL ALVES PEREIRA, Rua Fauze Selhe, S/N – Pq. Oziel – Campinas

Organização: MST e MTD

Apoio: Sindicato dos Metalurgicos de Campinas e Região, Sindicato Quimicos Unificados, Sindicato dos Petroleiros, da COnstrução Civil, Sinergia, Flaskô, MTST, DCE- Unicamp, ABRAÇO, Camará – comunicação e educação popular

MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES CHEGA A SÃO PAULO

Posted by rafah | Posted in O povo sai as ruas | Posted on 18-03-2010

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Segue informe da Marcha Mundial das Mulheres que chega hoje a São Paulo depois de muita caminhada e luta!

Marcha Mundial das Mulheres completa dez dias na estrada

As duas mil militantes chegaram a Osasco, onde debaterão a integração dos povos e o papel do Estado na transformação da vida das mulheres (e, em última instância, do mundo).

Esta quarta-feira (dia 17) é o décimo dia da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres no Brasil, véspera da chegada a São Paulo e do encerramento com ato público na Praça Charles Miller. Hoje, chegaram a Osasco as duas mil militantes que no dia 8 de março iniciaram em Campinas a grande caminhada de luta e formação. Elas saíram às 6h da manhã do Centro Santa Fé, em Perus, no quilômetro 26 da rodovia Anhanguera, e durante quase cinco horas marcharam 14 quilômetros.

Nos dez dias de caminhada, as militantes já percorreram um total de 108 quilômetros. Desta vez, quem puxou a Marcha foi a delegação de Minas Gerais, que inovou na mística de mobilização. Funcionando como comissão de frente, o grupo de teatro mineiro Obscenas fez uma performance em memória das mulheres brasileiras violentadas e assassinadas.

À medida que a Marcha vai se aproximando da capital paulista, centro do capitalismo brasileiro, cresce a interação crítica com seu entorno. De Perus a Osasco, as duas mil militantes, vindas de todos os estados brasileiros, passaram na frente do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) e do Centro de Distribuição do Grupo Pão de Açúcar. No primeiro, entoaram palavras e cantos de protesto contra a mercantilização do corpo das mulheres e a criminalização dos movimentos sociais, promovida pela mídia comercial brasileira. No segundo, as vaias contra o empresário Antônio Ermírio de Moraes (dono do Grupo Pão de Açúcar) tiveram como pano de fundo a luta por soberania alimentar e pelo fortalecimento da agricultura camponesa e familiar.

Nesta tarde, no Sindicato dos Metalúrgicos, local do alojamento em Osasco, a Marcha fará um debate aberto sobre “integração dos povos como alternativa e o papel do Estado”. Em pauta, uma avaliação dos avanços, limites e desafios para as políticas públicas no Brasil e em nível regional. Amanhã, às 13h, as caminhantes partem com destino ao estádio do Pacaembu, em São Paulo, na frente do qual acontecerá um grande ato público de encerramento desta Ação 2010.

Paz e desmilitarização

Ainda no Centro Santa Fé, ontem à tarde, a Marcha Mundial das Mulheres debateu paz e desmilitarização. A presença da médica cubana Aleida Guevara, filha do revolucionário cubano Che Guevara, emocionou as militantes, algumas das quais incorporaram o papel de verdadeiras tietes. “É bom estar aqui e conhecer pessoas bem preparadas para a luta, que buscam soluções para os seus problemas”, declarou a militante cubana, agradecendo a acolhida calorosa.

A maioria dos intelectuais cubanos é composta por mulheres. Elas representam, por exemplo, 63,8% dos médicos gerais e 65% dos graduados em nível superior. Em Cuba, o aborto é legalizado e a licença maternidade dura 12 meses, podendo ser dividida entre a mãe e o pai.  “Eu nasci em um país socialista, onde a mulher é tratada com respeito e igualdade de direitos”, comemorou Aleida. “Não podemos dar receitas, nem dizer o que vocês precisam fazer. Mas podemos mostrar nossa realidade e dizer que, se um país pequeno e pobre como o nosso conseguiu, o Brasil também consegue”, incentivou a cubana.

Um dos itens da plataforma de reivindicações da Marcha Mundial das Mulheres é a retirada das missões militares da Organização das Nações Unidas (ONU) do Haiti e da República Democrática do Congo. “A presença militar da ONU deve ser emergencial e rápida. No Congo, as tropas já estão há dez anos, provocando inflação com os salários em dólares dos soldados. O caminho para a paz passa necessariamente pela autodeterminação das mulheres e pela soberania dos povos”, defendeu Miriam Nobre, coordenadora internacional da Marcha.

Marcha-SP mailing list
Marcha-SP@listes.marchemondiale.org
http://listes.marchemondiale.org/listinfo/marcha-sp

MST RESISTE E SE MANIFESTA

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Criminalização do Movimento | Posted on 27-10-2009

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Divulgamos manifestação do próximo dia 29, em defesa do MST, da Reforma Agrária e contra a criminalização dos movimentos sociais.

29.10 | Ato em Defesa da Reforma Agrária

contra a grilagem de terras públicas
contra a criminalização dos movimentos sociais

mstO Movimento dos trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) vem a público convidar diversos setores da sociedade para participarem de um ato em defesa da Reforma Agrária e do MST, contra a grilagem de terras públicas e contra a criminalização dos movimentos sociais.

As diferentes reações, manobras político-midiáticas, e a articulação da bancada ruralista para a criação da CPI com o objetivo de criminalizar o MST desencadeados a partir da ocupação da Fazenda Capim, explorada ilegalmente pela Empresa Cutrale, gerou uma série de questionamentos e dúvidas em relação à Reforma Agrária e ao MST. Embora tenhamos nos posicionado publicamente por meio de notas e declarações, decidimos construir na região de Iaras, uma atividade com amigos, apoiadores da nossa Luta, com o objetivo de denunciar a utilização de terras públicas por diversas empresas privadas, como a Cutrale (laranja), Luarte, Eucatex, Luacel (eucalipto e pinus) entre outras.

O MST está presente na região desde de 1995. Hoje 350 famílias estão assentadas, fruto da luta do MST, no entanto outras 450 famílias permanecem acampadas em luta exigindo do Incra e do Governo Federal retomar das empresas privadas as terras públicas para fins de Reforma Agrária.

Convidamos a todos/as a participarem deste ato, no dia 29 de outubro de 2009.  A concentração será as 10:00 horas, na Escola Popular Rosa de Luxemburgo (sede da antiga Fazenda Agrocentro), de onde sairemos para o ato, que se realizará na área social do assentamento Zumbi dos Palmares, as 14:00 horas.

Orientação de como chegar:
Rodovia Castelo Branco, no Km 280, logo após o pedágio, a direita antes do Posto Taquarí, possui uma estrada de terra, seguir reto até encontrar o Assentamento Zumbi dos Palmares(cerca de 17 Km ).
A partir daí, a orientação é seguir para a Escola Rosa de Luxemburgo, para a concentração, a estrada será identificada com placas da Escola (cerca de 15 a 20 Km ).

Faremos também um almoço e na parte da tarde seguimos para a realização do Ato.

SOBRE O FIM DA GREVE NA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Criminalização do Movimento, movimento sindical, política institucional | Posted on 22-10-2009

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Divulgamos um comunicado dos bancários grevistas para esse momento de volta ao trabalho.

bancarios em greve

A Greve na CEF

Depois de 28 dias de uma greve que chegou a quase 100% de paralisação, a greve chega ao fim.

O movimento grevista mostrou a força e a unidade da categoria. Os trabalhadores que estão no dia a dia nas agências e departamentos, construindo o lucro desta empresa, mostraram a sua insatisfação com as condições de trabalho, e com a postura da direção da CEF em relação aos trabalhadores da empresa.

Lutamos por melhores condições de trabalho, respeito à jornada de 6 horas(direito previsto na CLT), piso salarial digno, isonomia de direitos entre os trabalhadores, contratação de funcionários.

Infelizmente houve os que preferiram o outro lado.

Trabalhadores com cargos comissionados tomaram em suas mãos o papel de representantes da empresa, mantendo o funcionamento dos locais de trabalho, realizando negócios para a empresa. Diminuindo desta forma o impacto do movimento grevista, e, além disso, pasmem, resolveram defender a empresa na assembléia dos trabalhadores, utilizando, inclusive, de violência para realizar essa tarefa.

O que leva trabalhadores a tomar esta postura?

Acreditando no discurso da empresa de que são prepostos da mesma, esses trabalhadores atuam como se fossem patrões, se esquecendo que os seus cargos podem ser retirados a qualquer instante, só dependendo da vontade da direção da CEF.

A greve deste ano, pelo nível de adesão que teve, deveria ter conquistado muito mais, deveríamos, ao menos, ter avançado na isonomia. Mas, para conseguirmos nos contrapor ao interesse da direção do banco, precisamos da força de todos os trabalhadores, inclusive os comissionados, precisamos que os trabalhadores percebam que para a empresa quanto mais desunidos estivermos será melhor.

Agora, com o fim da greve, voltaremos à rotina de trabalho, e não acreditem os comissionados que cometeram essa traição aos seus colegas de trabalho, que serão recompensados ou terão algum agradecimento por isso. As metas continuarão, o trabalhos nos finais de semana também, e agora sozinhos, como poderão se contrapor a isso?

Democracia

Os gestores da CEF vieram gritar por democracia, reclamaram nos locais de trabalho que no sindicato não havia a tão defendida democracia.

Gestores, democracia existe pra quem a respeita. Não venham clamar por democracia quando durante um movimento grevista vocês fazem de tudo para que a empresa permaneça funcionando normalmente.

Para reivindicar democracia, passem a respeitar as decisões do movimento dos trabalhadores.

MARCHA DO MST DE CAMPINAS A SÃO PAULO

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Imperialismo, crise econômica | Posted on 06-08-2009

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No mês de agosto viveremos um momento importante de luta da classe trabalhadora, o mês de Mobilização Nacional contra a Crise. Em nosso estado, o MST marcha de Campinas a São Paulo, do dia 5 ao dia 10, para protestar contra o apoio governamental dedicado aos banqueiros e multinacionais, e o total descaso para com as demandas legítimas da classe trabalhadora do campo e da cidade.

Segue manifesto do MST no qual o movimento explica as causas da marcha.

mst marcha
POR QUE MARCHAMOS?

Somos trabalhadores e trabalhadoras rurais organizados no Movimento Sem Terra / Via Campesina, que lutamos pelo direito a um pedaço de terra onde possamos plantar, colher e garantir uma vida digna às nossas famílias.

Oriundos de várias partes do Estado de São Paulo, de diferentes comunidades, assentamentos e acampamentos para dialogar com a sociedade e os poderes constituídos com o objetivo de denunciar a condução das políticas em nosso país, as quais favorecem apenas os ricos que, por meio da apropriação capitalista, aumentam a cada dia mais a exploração e a miséria da classe trabalhadora. É por isso que marchamos:

Marchamos para reafirmar a necessidade da realização da Reforma Agrária como uma política de distribuição de terra, renda e riqueza para milhões de brasileiros que de forma direta ou indireta serão beneficiados. Dizem que São Paulo não tem terra para os SEM TERRA, entretanto, é um dos estados com uma das agroindústrias mais concentradoras a qual convive com os maiores índices de êxodo rural e miséria em suas pequenas e médias cidades do interior, além do terrível cenário atual nas periferias das grandes metrópoles, onde se concentram milhões de pessoas sem alternativa de vida digna. O povo brasileiro precisa recolocar a Reforma Agrária na pauta do país e dizer que somente através dela é que vamos conseguir produzir alimentos de boa qualidade, a baixo custo e empregar milhares de pessoas que foram expulsas do campo pelo Agronegócio.

Marchamos porque somos contra a concentração da propriedade da terra, das florestas, da água e dos minérios, pois, além de causar a destruição da natureza, expulsa os camponeses, os pequenos produtores, os povos indígenas, os ribeirinhos, os quilombolas. Condenamos a política agrícola e ambiental dos sucessivos Governos Tucanos em São Paulo e do Governo Lula, pois só têm beneficiado o agronegócio, seus interesses econômicos e incentivado a destruição ambiental.

Marchamos para reafirmar a necessidade de unificar toda a classe trabalhadora, do campo e da cidade, para juntos consolidar um processo de emancipação pelo qual possamos ter de fato emprego decente, moradia digna, saúde e educação gratuita e de qualidade, alimentos saudáveis para todo povo brasileiro.

Marchamos para denunciar a exploração da classe trabalhadora por seus patrões e fazer com que o nosso apelo seja ouvido e que soluções sejam tomadas: a cada dia aumenta o número de pessoas desempregadas, e agora com a crise dos ricos, sobra para nós, os empobrecidos, pagarmos a conta. Precisamos nos fortalecer enquanto classe trabalhadora para garantir que se cumpram os direitos trabalhistas e previdenciários; a maioria dos empregadores sequer assina a carteira de seus funcionários. É inadmissível e indignante vivermos ainda hoje com a existência de trabalho escravo em nosso país, e assistirmos passivos os aumentos sucessivos de incentivos para aquelas agroindústrias que o promovem.

Marchamos também para repudiar a crescente criminalização da luta social e da pobreza em todo o país. Não é possível admitir que num país dito democrático, cada vez mais seja considerado crime o exercício legítimo de organização política e reivindicação de nossos direitos assegurados formalmente até pela Constituição Federal. Muito menos admitir que pessoas, sobretudo jovens e negros das periferias urbanas, sejam a cada dia mais consideradas “suspeitas” simplesmente por viver na pobreza ou na miséria material, tornando-se vítimas prioritárias das políticas de criminalização, encarceramento e execuções sumárias em massa que se tornaram uma prática comum do Estado brasileiro nos últimos anos.

Marchamos, finalmente, para refletir e debater também sobre a forma com que o meio ambiente está sendo tratado. O nosso país ainda tem o privilégio de possuir riquíssimos biomas: como a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica, o Cerrado, o Pantanal etc, porém, infelizmente a cada dia que passa, mais ameaçados estão nossas matas, florestas, rios, animais, clima e seres humanos… devido à busca desenfreada dos capitalistas pelo lucro. É preciso frear a ganância dos poderosos que, para seguir aumentando seus lucros, passam por cima de tudo e de todos. Nos dias de hoje já vivenciamos vários problemas de ordem climática que é resultado desta ganância dos ricos.

O povo não pode pagar a conta. Que os ricos paguem a conta da crise!

CRESCEMOS SOMENTE NA OUSADIA!
(Mário Benedetti)

A ação pretende reunir 1.500 marchantes, com a perspectiva da participação de 150 crianças. Para tanto, é preciso garantir estrutura para deslocamento, pernoite, higiêne, alimentação, entre outras necessidades. Assim, o MST de São Paulo pede a todos os amigos e amigas do luta pela Reforma Agrária dispostos a contribuir com doações de qualquer ordem, que entrem em contado com a Secretaria Estadual pelos telefones (11) 3663 -1064 ou (11) 7544-8768.

Mais um acorrentado em frente a casa do Presidente Lulla.

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Imperialismo | Posted on 10-07-2009

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Desde ontem, dia 08 de Julho, 4 integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) estão acorrentados em frente a residência do Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. HOJE SE ACORRENTARÁ MAIS UM ÀS 15 horas! E a cada dia que não houver solução, nem negociações com o governo federal, se acorrentará mais um!

Chamamos a todos para estarem hoje às 15 horas em frente a casa do Presidente Lula para o ato de acorrentamento de mais um companheiro.

Viva a luta dos trabalhadores Sem Teto! Queremos políticas populares de verdade!

MTST! A LUTA É PRA VALER!

acorrentamento

Carta ao presidente Lula
Estamos aqui porque não temos casa para morar. Representamos milhares de famílias que estão em luta por uma moradia digna. Muitos de nós estão ameaçados de despejo, outros esperam há anos a construção de casas que foram prometidas. Temos participado de negociações e mais negociações, sem que haja solução para nosso problema.

Quando foi lançado o Programa “Minha Casa, Minha Vida” pensamos que seria enfim a oportunidade de conseguirmos nossas casas. Mas o que temos visto nos desanima. As construtoras, que tanto já ganharam em cima de nosso suor, só têm apresentado projetos para pessoas de renda média e alta. As 400 mil casas que foram prometidas para as famílias que, como nós, recebem menos de 3 salários mínimos, representam apenas 6% do déficit habitacional nessa faixa. Sem contar que já há mais de 2 milhões de cadastrados no país; e isto apenas considerando os municípios que abriram inscrição. Assim, vemos nosso sonho cada vez mais distante. E, o que é pior, despejos cada vez mais próximos.

Representamos 1.400 famílias da Comunidade Zumbi dos Palmares, em Sumaré, que estão com o despejo marcado para daqui a poucas semanas, sem que o poder público ofereça qualquer alternativa. Representamos 2.000 famílias da Comunidade Anita Garibaldi, em Guarulhos, que convivem com o fantasma do despejo e não encontram perspectiva para regularização do assentamento. Representamos 160 famílias da Comunidade Carlos Lamarca, em Osasco, que há sete anos esperam suas casas, sendo jogadas de um canto a outro como animais. Representamos ainda milhares de famílias das Comunidades João Cândido, Chico Mendes e Silvério de Jesus, espalhadas por Taboão, Itapecerica da Serra, Embu e Zona Sul de São Paulo, que há vários anos esperam o cumprimento de acordos firmados para terem acesso a suas casas. E estes não são todos os casos. Nossos irmãos de Manaus (AM), Boa Vista (RR) e Belém (PA), dentre outros, têm convivido com o descaso dos despejos.

Já estivemos ao longo destes anos inúmeras vezes na Caixa Econômica Federal e no Ministério das Cidades, além de Governos Estaduais e Prefeituras. Nada se resolveu. O que temos recebido de mais concreto são despejos. Por isso, hoje estamos aqui, acorrentados, num pedido ao Presidente Lula para que resolva essa situação, para que nos ajude a evitar os despejos e conseguir nossas casas.

MORADIA SIM, DESPEJO NÃO!

São Bernardo do Campo, 8 de julho de 2009.

MOVIMENTO DOS TRABALHADORES SEM-TETO (MTST)

Luta de classes em Honduras

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Imperialismo, Revitalização do Centro | Posted on 30-06-2009

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Em Honduras milhares de pessoas se mantem nas ruas da capital Tegucigalpa. No interior mais pessoas estão em marcha para chegar a capital e se somar as manifestações. Na ONU, o presidente deposto Zelaya discursa e ganha apoio unânime da comunidade internacional. Os países vizinhos (El Salvador, Nicarágua e Guatemala) fecham as fronteiras e suspendem negócios com Honduras.

As elites do país teme um tiro no pé com o golpe. Realizam atos de apoio à “democracia” e diz que o país se vê livre do Chavismo. Mostram entrevistas com representantes do novo governo como o empresário Emilio Larach sobre quem citam as seguintes declarações: “estes acontecimentos ocorrem pela truculência do ex-presidente Zelaya por não escutar a vontade do povo e preferir ouvir a voz dos presidentes da Alternativa Bolivariana dos Povos da Nossa América”. Os meios de comunicação que não apoiam o golpe foram fechados e os que sobraram fazem vivas aos militares. Em rede nacional o “presidente” golpista diz que se Zelaya retornar ao país irá ver o sol nascer quadrado.

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O fato é que Zelaya retornará amanhã com membros da ONU, e os presidentes Rafael Correa, do Equador, e a madrinha Kirschner. Simultaneamente os movimentos sociais prometem um ato massivo para receber Zelaya. O dirigente da Via Campesina, Rafael Alegría, declarou à TeleSUR que “segue a resistência de nosso povo pela volta do presidente Manuel Zelaya. Neste momento realizamos uma manifestação muito grande no interior do país e se mantem a resistência, também está praticamente paralizado o país”.

Porem a repressão segue pesado como as prisões dos ônibus que se encaminham para a capital, conforme informa a Silvia Ayala, deputada do partido de Unificación Democrática de Honduras, inclusive metralhando ônibus que se encaminham da província onde nasceu o presidente Zelaya. Segundo as informações da deputada mais de 200 militantes se encontram presos neste momento.

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Golpe militar hondurenho se torna cada vez mais repressivo.

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Criminalização do Movimento, Imperialismo | Posted on 30-06-2009

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Leonardo Fernandes,

Caracas/Venezuela, 29 de junho de 2009.

O dia de hoje na capital hondurenha de Tegucigalpa foi marcado por forte repressão contra as mobilizações contra o golpe militar que se deu no país na madrugada do dia de ontem, domingo, 28 de junho.

Ao final da tarde de hoje, o governo golpista mandou seus efetivos fecharem os poucos veículos de comunicação que continuavam funcionando no país, principalmente os veículos internacionais que enviavam imagens desde Honduras para o resto do mundo. A equipe da televisora pública venezuelana Telesur foi detida pelos efetivos militares e para sua libertação foi necessária uma dura intervenção do embaixador de Venezuela em Honduras, que ainda se encontrava no país. O canal venezuelano é o único veículo internacional de comunicação que, desde o dia de ontem quando se deu o golpe. Além de Telesur, os poucos veículos independentes que continuavam informando a população hondurenha também foram fechados pelos militares, que alegaram questão de segurança o fechamento das televisoras. A jornalista da Telesur Adriana Sivori, assim como jornalistas da agência de notícias American Press (AP) foram detidos pelos militares e passaram por momentos difíceis em poder dos golpistas.

O presidente Manuel Zelaya, que atualmente se encontra na capital nicaragüense de Manágua, disse hoje que irá a Honduras na próxima quinta-feira junto à comissão da OEA que visitará o país neste dia.

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Com uma população completamente desarmada, ficou fácil para o governo militar reprimisse as manifestações que ocuparam as ruas de Tegucigalpa, provocando duas mortes, inúmeros de feridos e vários desaparecidos; muitos destes dirigentes de movimentos sociais. As mobilizações cumprem o plano de atividades dos movimentos sociais que pararam o país com uma greve geral sem duração prevista, segundo alguns dirigentes, até o retorno definitivo do presidente Manuel Zelaya a suas funções de chefe de estado de Honduras.

Muito importante também dizer da cobertura que alguns meios de comunicação privados do mundo têm divulgado informações falsas sobre os ocorridos em Honduras desde ontem. Muitos desses veículos, com o objetivo de deslegitimas o presidente democraticamente eleito Manuel Zelaya reportam que o golpe militar acontece diante da tentativa do presidente Zelaya de aprovar no domingo sua reeleição como presidente da república. Sendo que a consulta que se daria no domingo se tratava apenas de uma pesquisa de opinião popular para saber da aprovação da população sobre a possibilidade de se convocar uma assembléia constituinte. É importante dizer que a consulta não teria nenhum caráter aprobatório, e não dizia da reeleição do presidente, senão que a possibilidade de uma reforma da constituição hondurenha.

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Pela tarde, a Secretária de Estado norte-americano Hilary Clinton deu uma declaração dizendo que os Estados Unidos seguiriam com o compromisso de cooperação econômica com o governo hondurenho, e que o presidente Zelaya forçou toda a situação que ocorre em Honduras, ao insistir na convocação da consulta cidadã que ocorreria no domingo. Apesar de que pouco depois o presidente estadunidense Barack Obama tenha dado declarações de não reconhecimento a qualquer governos que não seja do presidente democraticamente eleito Manuel Zelaya, as declarações prévias da Secretária de Estado, demonstram que jamais estaremos enganados quando relacionamos os Estados Unidos com as intervenções fascistas de grupos militares de direita na região latino-americana, como o foi na Bolívia no ano passado, Venezuela em 2002, ou mesmo durante todos os sangrentos anos de ditadura militar em nossos países durante algumas décadas atrás.

No dia de hoje, várias reuniões se sucederam na capital nicaragüense de Manágua onde presidentes de todo o continente rechaçaram o golpe militar em Honduras e exigiram a restituição do presidente Manuel Zelaya no desempenho de suas funções como presidente do país centro-americano. Os presidentes dos países membros do ALBA – Alternativa Bolivariana para os povos das Américas, também de SICA – Sistema de Integração Centro Americana, Grupo do Rio, e convidados como o secretário geral da OEA José Miguel Insulza, permanecem na Nicarágua discutindo as medidas que serão tomadas no sentido de reverter a situação de golpe. O secretário da OEA também viajará a Honduras nesta quinta-feira, quando deve acompanhá-lo o presidente deposto Manuel Zelaya.

Também os países do ALBA decidiram por unanimidade retirar seus embaixadores de Honduras, assim como não reconhecer nenhum funcionário do poder público hondurenho que não faça parte do governo legitimamente eleito de Manuel Zelaya.

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