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NOSSA PROPAGANDA ELEITORAL

Essas serão as eleições da internet, através da rede virtual, candidaturas pequenas e proletárias como as do nosso partido, o PSOL , têm a possibilidade de vir a público e colocar suas idéias para o povo. Vai ai uma pequena seleção do nosso horário político ideal:

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O ABORTO DO NOVO ENEM

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Contra ou Cultura!!!, política institucional | Posted on 08-10-2009

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enem roubo

Durante todo o ano, o Ministro da Educação Fernando Haddad anunciou as maravilhas do novo Enem, a caminho da substituição do vestibular, (re)condicionando a lógica da seleção universitária e democratizando o acesso às instituições de excelência para os estudantes de escolas públicas.

Veríamos a veracidade de todas essas promessas agora no fim do ano. Mas o novo Enem, antes mesmo de nascer, morreu: aborto natural?

Não estou seguro que seja uma questão tão natural assim, como se fosse um aborto decorrente da natureza violenta de nossa sociedade, nem da incapacidade de gestão do consórcio contratado para imprimir, proteger e distribuir as provas.

Algumas questões que podem parecer “teoria da conspiração”:

1 – Por quê se fala tanto da segurança da prova se foi exatamente um segurança que a roubou? O roubo não foi falha de segurança, foi obra da segurança.

2 – Por quê depois de roubada, o sujeito quis vender a prova para um jornal? Uma prova interessa aos concursantes, ao jornal só interessa a notícia de vazamento, e a mera oferta já é suficiente para configurar a notícia. Por quê o jornal da família Mesquita iria pagar 500 mil para uma informação que já tinha? Como alguém faz uma plano para roubar a prova, e quando a tem, pensa em oferecê-la a um dos jornais de maior circulação do país? Eu não engoli essa história.

3 – As coisas ficaram mais claras quando vi a repercussão da mudança de data da prova que o roubo acarretou: as principais universidades do país não vão mais considerar a nota do Enem. Ainda que a FUVEST só divulgue o seu resultado em fevereiro do ano que vem o atraso do Enem impedirá que se utilize a nota. Por quê? Porque eles já não queriam a nota do Enem influenciando a sua seleção, universidades tucanas como a USP e a UNICAMP foram sempre contra esse novo Enem, e por isso foram os primeiros a desconsiderar a sua nota.

4 – Estranho não? Quem estará por trás dessa grande conspiração: os cursinhos pré-vestibulares privados? As universidade privadas? O tucanato? Serra? Paulo Renato? Chalita?

Eu não duvido de nada nessa vida, e só sei de uma coisa: conspirações como essa, no Brasil, só se desmascaram depois de no mínimo 150 anos.

MP entra com ação civil contra FDE por caso Nova Escola

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Contra ou Cultura!!! | Posted on 05-06-2009

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Depois das denúncias do nosso site, o ministério público decide entrar com uma ação de improbidade administrativa contra os responsáveis da FDE e da fundação Revista Veja. A matéria abaixo foi feito pelo observatório da educação e nossa posição desde já é que os responsáveis pela escolha da revista deva ganhar salário de professor e ser obrigado a ler a revista Nova Escola e a apostila do Estado. Podem me chamar de sádico, porem por muito menos o Datena pede pena de morte.

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O Ministério Público de São Paulo propôs, em 26 de maio, ação civil de responsabilidade por ato de improbidade administrativa contra o Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, a Diretora e o Supervisor de Projetos Especiais, ambos da FDE, bem como contra a Fundação Vitor Civita.
A Ação, que tem como fundamento possíveis irregularidades no contrato firmado sem licitação entre a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) e a Fundação Victor Civita, requer a responsabilização dos agentes públicos por condutas que podem ser caracterizadas como improbidade administrativa.
Trata-se do desdobramento do Inquérito Civil Nº. 249/2009, que apura possíveis irregularidades na aquisição de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Em 1/10/2008, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) do governo estadual firmou contrato com a Editora Abril no valor de R$ 3,74 milhões, para a compra. Não houve licitação.
A inexigibilidade da licitação foi justificada por “inviabilidade de competição”. Alega-se que o material adquirido possui especificidades e, por isso, não seria possível realizar a concorrência. Pela existência de outras publicações na área, e pela SEE não ter feito consulta ao professorado da rede, os deputados federal Ivan Valente (PSOL) e estaduais Carlos Giannazi (PSOL) e Raul Marcelo (PSOL) entraram com Representação no MPE questionando a legalidade da dispensa de licitação.
Número estratosférico
O Promotor Antonio Celso Campos de Oliveira Faria, designado para o caso, solicitou à FDE esclarecimentos dos motivos da contratação. Na ação civil, ele destaca o apontamento, pelo professorado, da existência de outras revistas que poderiam cumprir com a função pedagógica proposta pela Nova Escola. Diz ainda que “causa estranheza o próprio volume de assinaturas contratado, já que as revistas poderiam perfeitamente ser encaminhadas à biblioteca das escolas públicas ou sala de professores”.
Ele acrescenta que “em período anterior a este contrato, eram feitas 18.000 assinaturas e não o número estratosférico de 220.000”. O promotor afirma ser possível concluir que “houve a imposição de um único título aos professores da Rede Estadual de Ensino, beneficiando de forma inequívoca uma determinada instituição privada”, e afirma ainda que “os fatos são contundentes no sentido de que o Estado, através da FDE, gastou mal seus recursos, a partir de critérios pouco claros, realizando uma compra questionável do ponto de vista da pertinência e da necessidade, sem falar no aspecto jurídico principal que é o descumprimento da norma constitucional que exige a licitação para a compra de bens e serviços”.
Para suspender os efeitos do contrato, a ação propõe medida liminar, pela “necessidade de intervenção imediata para cessar imediatamente as práticas delituosas”. Caso as irregularidades sejam comprovadas e os atos praticados pelos agentes públicos julgados como improbidade administrativa, os réus da ação poderão ser condenados a (i) ressarcimento integral dos danos causados aos cofres públicos em função do contrato irregular; (ii) perda da função pública; (iii) suspensão dos direitos políticos, de três a cinco anos; (iv) pagamento de multa e (v) proibição de contratar com o poder público, por cinco anos.
Recentemente, o Observatório da Educação apurou, em reportagem sobre o caso, que a contratação de revistas e outros materiais sem licitação é prática recorrente do governo de São Paulo.

A greve dos professores e a mídia conservadora

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Contra ou Cultura!!!, Educação | Posted on 03-06-2009

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novaescola213

Os professores da rede Estadual de São Paulo decidiram em assembléia, na sexta (29), entrar em greve contra a política educacional de José “Exterminador do Futuro” Serra.
Muitos meios de comunicação falam de um greve salarial. Apesar das constantes denúncias destas mídias sobre a educação brasileira – apostilas franksteins, livros “didáticos” impróprios – elas, por sua vez, também elogiam medidas do governador – avaliação aos docentes temporários, bonificação por “mérito” aos professores. Mantem-se, desta forma, um caráter duplo sobre o programa educacional.
O primeiro deles e que o grande culpado pelo problema educacional e a baixa formação dos professores, e o segundo e como superar esse problema e qualificar os docentes. O editorial, dia 29 de maio, do jornal da família Frias versa sobre os problemas da educação pública. Versa que um dos problemas centrais é a baixa formação dos docentes. Pode até ser, porem eu truco o jornal. A porcentagem de professores não graduados em São Paulo é menor do que a maioria dos estados brasileiros, porem a educação deste Estado é um dos piores do país.

Outro problema que eles evocam é que os cursos de licenciatura do país não apresentam aos alunos ferramentas didáticas-pedagógicas e preferem versar sobre “divagações teórico-sociológico”. As crescentes críticas da mídia encontra um problema obscuro para a maioria da população. Como eles a muito tempo batem na formação dos professores eles encontram nos próprios professores o foco de uma nova atuação editorial. O governo do Estado de são Paulo, assim como sua filial, a prefeitura de são Paulo assinaram um acordo de assinaturas da Revista Nova Escola para TODOS professores da rede estadual e municipal. Essa revista pertence a editora abril, que edita o jornal semanário fascista Veja. Desta forma eles encontram um gigantesco nicho de mercado para suas publicações e enchem de lixo o correio dos professores.

Outro questão interessa versa sobre as divagações teórica-sociológicas. Em outras palavras diz que os cursos de licenciatura preferem debater com os futuros educadores os problemas da educação brasileira. E isto para a família frias e ruim. Que não se deve debater isso nas salas de aulas. Agora fica a pergunta, se os professores não podem debater os problemas da educação quem pode? Os jornalistas claro, eles que estão cotidianamente nas salas de aula, eles que estudaram na escola publica, que tem seus filhos estudando no sistema público e que ganham um salario equivalente ao dos professores. Eles sim podem versar sobre educação.

Jornalistas seriam professores de escola pública?

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Educação | Posted on 31-05-2009

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mafalda2

Gilberto Dimentein falando sobre educação para o jornal da família Frias, no dia 31 de maio, defende as propostas de educação do governo estadual.  “O plano anunciado pelo governo prevê uma série de estímulos, como mais vagas nos cursos de licenciatura e ajuda no pagamento das mensalidades -além de provas para evitar que gente com baixíssima qualificação nem sequer consiga se candidatar a dar aula. É algo que vai ao encontro do projeto lançado em São Paulo, em que determinou que mesmo aprovado em concurso o professor terá de ficar um semestre se preparando para dar aula.”

Por um lado falam  em mais cursos de licenciaturas para melhorar a qualidade da educação, por outro o que se vê é um aumento alarmante dos números de cursos à distância. Essa é a proposta de Serra com o Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo). É claro que formando professores a distância, que não tem uma realidade didática enquanto aluno, em algum momento ele deva fazer um curso presencial, se colocar alguma vez na condição de aprendiz.

Quanto à prova para avaliação de docentes temporários nós professores temos outra proposta para o governador: Que se abra concurso público para preencher essas vagas. E que leve em consideração os anos de experiência dos professores. Desta forma avaliaremos quais professores tem condição de assumir uma sala de aula.

O último ponto do Dimenstein é sobre a bonificação, como instrumento de valorização dos professores. Como ela é medida com índices incentivemos assim a aprovação automática dos alunos para melhorar os “índices”. Seguiremos a risca as cartilhas distribuídas pelo governador, pois se não perguntarem onde fica o Paraguai melhoraremos os índices.

Eles falam que é preciso atrair mais profissionais qualificados para as salas de aulas. Porem quando se fala em remunerar o professor o próprio Dimenstein diz que “não há relação direta entre mais dinheiro no bolso dos professores e melhor desempenho dos alunos”. Talvez porque com os salários achatados dos professores da rede pública, e as péssimas condições de trabalho, os professores “bem qualificados” prefiram dar aula nas escolas particulares – onde estudam os parentes dos colunistas deste jornal. Sendo tão baixo o salário no ensino público, os profissionais da educação dariam aula por salários também baixos nos colégios particulares. Reduzindo os custos das mensalidades, aliviando os bolsos dos amigos dos colunistas deste jornal. Outra opção de trabalho para esses “professores bem formados” seriam as ONG´S de educação, como a dos colunistas deste jornal. Com melhor estrutura de trabalho – estão a quilômetros das escolas públicas, não sabem o que é aula superlotada, buraco nas lousas, falta de merenda e de água… – preferem trabalhar nestas organizações, ganhando mais, enquanto os donos das ong´s e fazendo papel de bom moço.

Aula de hoje: Manual de auto-ajuda

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Contra ou Cultura!!!, política institucional | Posted on 30-05-2009

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Na aula de hoje o governador José Serra e o seu super-ministério da educação sugerem a leitura de um poema.
Como um bom educador, José “Exterminador do futuro” Serra sugere esse super-poema para os alunos da terceira série. Não do Ensino Médio, e sim do ensino Fundamental I. Não temos certeza se o governador leu esse poema quando tinha 9 anos. Acredito que sim, pois seguiu a risca os ensinamentos deste manual. Então reproduziremos o manual.

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Manual de auto-ajuda para supervilões


Ao nascer, aproveite seu próprio umbigo e estrangule toda a equipe médica.
É melhor não deixar testemunhas.

Não vá se entusiasmar e matar sua mãe.
Até mesmo supervilões precisam ter mães.

Se recuse a mamar no peito. Isso amolece qualquer um.

Não tenha pai. Um supervilão nunca tem pai.

Afogue repetidas vezes seu patinho de borracha na banheira,
assim sua técnica evoluirá.
Não se preocupe. Patos abundam por aí.

Escolha bem seu nome. Maurício, por exemplo.

Ou Malcolm.

Evite desde o início os bem intencionados. Eles são super-chatos.

Deixe os idiotas uivarem. Eles sempre uivam, mesmo quando não
podem mais abrir a boca.

Odeie. Assim, por esporte.
E torça por time nenhum.

Aprenda a cantar samba, rap e jogar dama. Pode ser muito útil na cadeia.
Principalmente brincar de dama.

Ginga e lábia, com ardor. Estômago em lugar de coração,
pedra no rim em vez de alma.

Tome drogas. É sempre aconselhável ver o panorama do alto.

Fale cuspindo. Super-heróis odeiam isso.

Pactos existem para serem quebrados. Mesmo que sejam com o diabo.

Nunca ame ninguém. Estupre.

Execre o amável. Zele pelo abominável.

Seja um pouco efeminado.
Isto sempre funciona com estilistas.

[ in, "Poesia do Dia - Poetas de Hoje para Leitores de Agora", org. Leandro Sarmatz, Ática, SP, 2008 ]

Mais uma vez a educação…

Posted by Editorial do Outubro | Posted in Educação, política institucional | Posted on 28-05-2009

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serra

Mais uma vez a educação.O jornal da família Frias estampa hoje mais uma pérola do governo Serra, o exterminador do futuro. Desta vez é um livro de poesia, indicado para crianças de 9 anos de idade, que versa sobre problemas existenciais e ironias para adultos.

Já faz 15 anos que o projeto tucano esta em implantação no Estado de São Paulo e a única certeza que temos é que a educação pública em São Paulo é uma das piores do Brasil. Ano passado tivemos uma greve massiva dos professores, que mascarou não apenas a insatisfação dos docentes com a sua condição de trabalho, como também o descaso e a intrasigencia do governador Serra. Primeiro, como de praxe, ele diz que a greve é política. Claro que é política, é política educacional, é política de valorização dos docentes, claro que é política.

Assim como também é política a resposta que ele dá para resolver a situação. Primeiro divide os professores com o bonus. Segundo, mente sobre o pagamento do bonus. O governador afirma que todos receberam o beneficio. Em um dos colégios que leciono nenhum professor recebeu o famigerado dinheiro. Também é política a implementação de apostilas para os alunos. É política porque para o nosso governador existe um culpado para os problemas da educação pública, o professor.

Desta forma a apostila serviria como subsituto do profissional. Chega ao absurdo de escrever na apostila para o professor “faça um grande círculo na lousa e chame a atenção para esse fato”. Como se fosse um teatro, decorado e unificado. Todas as aulas de determinada disciplina seriam igual, de Sertãozinho à Guarulhos, de Santos a Piracicaba, das melhores escolas às piores. Tudo igual, massificado e se não existisse diferenças a ser explorada em uma área produtora de àlcool e açucar de outra na periferia de São Paulo. Comunidade pesqueira e uma área industrial no interior do Estado. Assim o governador tenta assassinar o que de melhor resta na educação pública, a vontade do professor. O saber específico que este tem e sua capacidade de adaptar o conteúdo a cada realidade.

Essa apostilinha do governador deu notícia. Como a política neoliberal prega a redução dos funcionários do Estado, demitiram o revisor da apostila. Deixaram passar o mapa com 2 Paraguais, dando finalmente a saída pro mar a este país. Boívia fora de lugar. E o descobrimento da América, que data de 1942 no famigerado material didático. Não nos esqueceremos também dos erros conceituais na apostila de sociologia, e a cobrança de calculos complexos para alunos que mal sabem o princípio da matemática.

Mas nosso governante é um homem de ação e demitiu a secretária, colocou em seu lugar a pessoa que começou a estratégia educacional do PSDB a quinze anos atrás durante a gestão FHC…