Informe:

O governo de São Paulo visto por Búfalo

Numa das poucas brechas abertas pela mídia corporativa nosso candidato a governador do estado de São Paulo, o professor Paulo Bufalo  (50) tem a oportunidade de expor suas idéias. Boa leitura! publicado em 11/07/2010 às 20h29: PT e PSDB são “samba de uma nota só”, diz candidato do PSOL em...

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VOCÊ TEM OPÇÃO: sobre o beijo gay no horário eleitorial.

Posted by rafah | Posted in Plínio Presidente, política institucional | Posted on 27-08-2010

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Hoje divulgamos uma belíssima reflexão sobre o beijo gay na propaganda eleitoral do PSOL.

Sobre a importância do beijo gay no programa do PSOL na TV

24 ago, em http://cumachama.wordpress.com/author/guitu/

De: Guilherme Flynn

Uma imagem, valendo ou não mil palavras, é uma afirmação, um discurso, uma escolha, e acredito que o diretor da propaganda eleitoral do PSOL foi muito feliz ao escolher a imagem de dois homens se beijando como parte da construção de seu discurso.

Colocar, finalmente, na televisão aberta no Brasil uma imagem como essa é parte importante no processo de construção de uma sociedade menos violenta em relação à orientação sexual. Parte importante no questionamento dos porquês das grandes concessionárias de mídias de massa não discutirem essa questão ou veicularem cenas desse tipo.

A qualidade e a quantidade da discussão sobre as opressões no Brasil são muito influenciadas pelo tipo de comportamento e regulamentação das mídias de massa, especialmente rádio e televisão, que, através do simples silêncio do congresso sobre a regulamentação do artigo 221 da Constituição federal de 1988 (que regulamenta tipos, finalidades e regionalização de conteúdo), podem continuar se portando como se a concessão pública fosse de fato uma posse, e seu uso inquestionável e absolutamente livre para veicular conteúdo exclusivamente de acordo com seus próprios valores e com objetivos de maximização do lucro.

O tipo de mídia que floresceu em nosso país, associado ao tipo de grupos políticos e classe empresarial que temos, ajuda a esconder – ao não debater, ao não tomar em questão – não somente essa opressão, mas um grande conjunto de opressões, mesmo quando há evidência mais do que concreta da importância que esses fatos têm na vida das pessoas. Por exemplo, ao contrário do que Ali Kamel defende, o Brasil é racista sim, e isso já foi mais que provado empiricamente, como, por exemplo, entre outras tantas demonstrações, nas pesquisas que mostram diferenças de salário por raça para pessoas com a mesma formação para o exercício da mesma função. Essa diferença de remuneração se reafirma também por gênero, sendo o da mulher negra o pior salário possível para um posto qualquer de trabalho.

Vamos exercitar um pouco a empatia e nos imaginar na situação na qual grande parte dos homossexuais se encontra, na qual são repreendidos pela mínima demonstração de afeto em locais públicos – coação psíquica – isso para não falar dos inúmeros casos de coação efetivamente física, e da grande quantidade de pessoas assassinadas exclusivamente por amar de um jeito diferente. Imagine por um momento, como a ficção já fez em algumas obras, uma sociedade dominada por um pensamento no qual o normal é ser gay, uma sociedade homonormativa, e que se comportasse em relação à diferença de orientação sexual da mesma forma como a nossa sociedade se comporta.

Nessa imagem mental a quantidade de constrangimentos, geralmente invisíveis ou objeto de pouca reflexão, que passam a existir para o leitor que, como eu, é hétero, é absurdamente grande. Você não poderia sequer andar de mão dada com a pessoa de quem gosta na grande maioria das ruas de sua cidade, em muitas cidades inclusive em rua alguma. Você não poderia dar um simples beijo num parque em um domingo de sol à tarde. Você teria que limitar suas demonstrações de afeto a uma quantidade pequena de lugares privados, muitas vezes separados dos lugares que grande parte dos seus amigos e família freqüenta. Você não poderia dispor de suas posses acumuladas e benefícios adquiridos ao longo da vida em função da pessoa amada. Todas suas demonstrações cotidianas de afeto seriam restringidas ou temerosas, e em alguns casos inclusive colocariam sua vida em risco. Você gostaria de viver assim? Apoiar a veiculação da cena é ajudar a retirar um número grande de pessoas dessa condição.

A violência simbólica e física é tão grande que sequer temos uma forma efetiva de saber quantas pessoas de fato são homossexuais em nossa sociedade, mas temos motivos fortes e demonstrações públicas que nos levam a pensar que esse número não está na casa dos milhões, mas das dezenas de milhões, esse é um dado importante para se pensar, embora as argumentações fossem as mesmas se estivéssemos falando de apenas quinze pessoas.

É curioso refletir sobre o que se permite e o que se proíbe num dado momento histórico, e sobre o que isso tem de arbitrário e de estúpido mesmo. Um cartaz de um ex-militar americano que foi expulso do exército por ser homossexual traz uma boa reflexão sobre essa questão. O cartaz dizia: “Ganhei medalhas por matar vários homens, e fui punido por amar um”.

Houve críticas até de representantes dos Democratas – Antigo PFL e talvez o maior herdeiro político de todas as violências efetivas realizadas pela Ditadura – de que a cena foi fortuita, não programática. Ora bolas! A cena foi programática em todo e qualquer sentido que se atribua a essa palavra, principalmente no sentido de ser parte constituinte do programa do partido o combate às opressões, e por fazer parte da concepção de socialismo defendida por esse partido em seu programa um mundo sem discriminação em função de gênero, orientação social, raça e origem, entre outras. Se um partido político defende em seu programa uma sociedade de fato livre de opressões, mostrar isso através de imagens nada mais é do que uma afirmação de seu programa.

A discussão sobre a forma e o momento de se afirmar esse trecho do programa é uma questão interna do partido na qual não me envolvo aqui, mas comento apenas que, se de fato essa é uma parte importante do programa, se de fato se quer transformar o programa em letra viva, e se, ainda por cima, se quer se diferenciar do conjunto do espectro político que pasteuriza suas afirmações de forma a não ofender em qualquer momento o senso comum – por mais divergente com o programa que este seja –, se tudo isso é verdade, então a campanha de televisão é um ótimo momento para colocar essa questão. Os que defendem o programa em áreas menos receptivas a essas pautas, como o campo, o movimento sindical, e as áreas com forte presença da igreja, devem estar preparados para realizar essa defesa.

Se considerarmos que o amor é uma característica fundamental do viver bem, e que sua livre expressão deve ser um direito de todos os seres humanos, então aquela breve cena, de menos de um segundo, da campanha de televisão do PSOL teve uma importância grande na afirmação pública de uma humanidade mais bela e livre.

Programa Nacional do PSOL 50

Posted by rafah | Posted in Plínio Presidente, política institucional | Posted on 24-08-2010

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Conheça o programa nacional do PSOL.

MINHA TENDA MINHA LUTA

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, Plínio Presidente, política institucional | Posted on 13-08-2010

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Hoje Baltazar 50051 passará a tarde no Largo de Santa Cecília, apresentando suas propostas, conversando com a população e denunciando as desigualdades sociais e mazelas do capitalismo. O projeto “Minha Tenda, Minha Luta” visa promover uma maior integração da candidatura com o povo, através de apresentações culturais, como músicas, vídeos, leituras, falas, pinturas, cartazes, etc. Depois, Baltazar e os demais integrantes do Núcleo de Base do PSOL Santa Cecília adentram no tradicional samba do Bloco Carnavalesco Filhos da Santa, que começa às 20hs., no mesmo local.

Baltazar e parte do Núcleo de Base do PSOL - Santa Cecília

Primeiro programa eleitoral do Baltazar 50051

Posted by rafah | Posted in Educação, Plínio Presidente, política institucional | Posted on 11-08-2010

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Publicamos hoje o primeiro programa eleitoral do candidato a deputado estadual, pelo PSOL, Baltazar 50051. Nessa primeira edição Baltazar fala sobre transporte público, escolas públicas e cultura popular. Assista, comente, divulgue e faça sugestões para a pauta dos próximos programas.

www.outubrovermelho.com.br é Baltazar 50051 para deputado estadual, Plinio 50 para presidente e Bufalo 50 para governador.

NOSSA PROPAGANDA ELEITORAL

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, Plínio Presidente, política institucional | Posted on 10-08-2010

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Essas serão as eleições da internet, através da rede virtual, candidaturas pequenas e proletárias como as do nosso partido, o PSOL , têm a possibilidade de vir a público e colocar suas idéias para o povo. Vai ai uma pequena seleção do nosso horário político ideal:

PLINIO 50 QUEBRA TUDO NO DEBATE DA BAND

Posted by rafah | Posted in Plínio Presidente, política institucional | Posted on 06-08-2010

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Ontem a TV Band realizou o primeiro debate televisivo entre alguns dos candidatos a presidente do Brasil. Foram convidados aqueles representantes de partidos e coligações que têm representação parlamentar, e por isso que Plinio 50 estava lá. E nosso candidato nos encheu de orgulho ao cumprir a sua tarefa fundamental: mostrar que as candidaturas do Serra-DEMO, da Dilma-PMDB, e da Marina-Natura S.A. representam um só projeto de desenvolvimento capitalista com diferentes gerentes; mostrou que é possível questionar o modelo da desigualdade social, que se tornou tão naturalizado em nossos tempos. Plinio ainda foi fundo ao atacar o serrismo da mídia tucana,  e cumpriu uma função pedagógica ao demonstrar para os trabalhadores que o Serra-DEMO é a favor do latifúndio e dos empresários; que a Marina-Natura S.A. é uma ecocapitalista, e que a Dilma é só a sombra do lullismo. Mas, o mais importante da participação do Plinio 50 nesse debate foi a demonstração de que não há conciliação possível entre as classes sociais no Brasil, que existe um projeto que se pretende universalista, mas que é elaborado para sustentar latifundiários, mega-corporações, bancos internacionais, políticos corruptos; e um outro projeto que está sendo aos poucos recuperado, reconstruído, um outro projeto que prega a igualdade radical na distribuição das possibilidades de vida, um projeto que escolhe claramente o lado mais numeroso e mais fraco, e quer inverter o jogo e suas regras,  derrotando aqueles que vem dando as cartas no país há mais de 500 anos.

Seguem trechos para que você faça o seu próprio juizo da participação do Plinio no debate:

debate 1

debate 3

debate 9

debate fim

DICA CULTURAL APROPRIADA PARA O MOMENTO: um filme e uma mini-crítica.

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, política institucional | Posted on 15-07-2010

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Ontem finalmente vi o filme “Entreatos” do Moreira $alles: impressionante. Sei que estou no mínimo 7 anos atrasado, mas isso pode ser uma vantagem. Já não há aquela ilusão de que poderá ser um governo realmente transformador que nos levaria a minimizar os descalabros políticos que aparecem no filme como ossos do ofício. O ossos do ofício na campanha seguem ossos no governo. No filme Lulla demonstra todo o seu carisma, sua habilidade política e sua vontade de governar… infelizmente, a qualquer custo. Conversas com o $etubal em Washigton, com jornalistas estrangeiros e com seus assessores diretos deixam explícitas as concessões que o PT teve que fazer para chegar a governar. Quem acredita e quem não acredita nas eleições deve ver o filme! Dois últimos comentários: todo o primeiro escalão da campanha dansou no primeiro mandato com a história do mensalão: Palocci, Gushiken, Zé Dirceu, Duda Mendonça… só quem ficou foi o Mantega, o que é no mínimo interessante. Outra coisa: o filme deixa claro que Lulla era sim um fantoche de uma máquina que o supera, o que se vê desde ele ouvindo o Duda sobre como deve falar até a pesquisa de opinião ao vivo que fazem durante o último debate. A campanha é um ensaio de governo, é isso que me impressionou no filme.

Vai ai o link para você refrescar a memória ou ver pela primeira vez:

entreatos

NA SEMANA DAS MULHERES, NOSSO POSICIONAMENTO SOBRE O ABORTO

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, política institucional | Posted on 07-03-2010

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Aproveitamos a semana do dia internacional da mulher para explicitar nossa posição sobre o aborto, reiterando o posicionamento de nosso candidato a presidente, Plinio de Arruda Sampaio. Ainda que www.outubrovermelho.com.br, diferentemente de Plínio, sejamos ateus, estamos convencidos de que a saída proposta é a que mais avança contra a dominação masculina.

Descriminalizar e estatizar o aborto!

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FIM DE SEMANA socialista e libertário NA SANTA CECÍLIA

Posted by rafah | Posted in Contra ou Cultura!!!, Revitalização do Centro | Posted on 01-03-2010

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Esse fim de semana foi agitado na Santa Cecília. No Sábado à noite, teve Cinekaos no Espaço Cultural Santa Cecília. O evento fílmico, entretido e militante agregou ainda  mais pessoas, sediou estréias, recebeu realizadores e vai se consolidando como alternativa socialista e libertária de cultura no bairro.

No Domingo, teve a segunda oficina política promovida pelo núcleo de base do PSOL de Santa Cecília, com o tema “Prisão, Justiça, Segurança e a Esquerda Socialista Libertária”. Sociólogos, advogados, sindicalistas, estudantes e professores se reuniram para debater a conjuntura atual de criminalização da pobreza, a justiça popular e as alternativas socialistas de processamento social de conflitos.

Novos eventos estão para acontecer, especialmente no que se refere à luta das mulheres. Logo, logo mais notícias.

Segue alguns sucessos do cinekaos:

CHAVEZ NO RODA VIVA 2002

MARTIRES DEL COMPÁS – clip



Don Tomás também é Plínio

Posted by Editorial do Outubro | Posted in política institucional, reforma agrária | Posted on 11-12-2009

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Junto com os militantes do outbrovermelho, muitos outros estão aderindo a pré-candidatura de Plínio Arruda Sampaio para presidente do país. Desta vez quem se manifestou foi Don Tomás Balduíno.

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De passagem por São Paulo na noite desta quarta-feira, 9, Dom Tomás Balduíno, uma das mais reconhecidas lideranças da igreja católica no Brasil aliadas dos movimentos sociais e populares, reforçou sua manifestação de apoio à pré-candidatura de Plínio de Arruda Sampaio.

Perguntado sobre o que lhe vinha ao coração ao comentar a pré-candidatura, Dom Tomás respondeu: “Com uma [pré-]candidatura  do Plínio a gente sai da perspectiva eleitoreira e de uma estrutura fechada dos partidos, como acontece toda a vida. No caso do Plínio, é diferente, é uma nova proposta. É o Brasil que nós queremos. Pode até não ser vitorioso, mas é verdadeiro, é um brasileiro, é o que está na nossa esperança e na esperança dos povos. Dos indígenas, dos negros, das mulheres, dos camponeses todos, dos sucessores de Antônio Conselheiro, de Zumbi, de Sepé-Tiaraju. E isso é o que nós precisamos, toda a vida. Então, na eleição, nós precisamos disso.”

O bispo emérito de Goiás Velho, fundador da CPT (Comissão Pastoral da Terra) e do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), foi um dos primeiros signatários do manifesto político de lançamento da pré-candidatura Plínio à Presidência da República pelo PSOL em 2010. Para os apoiadores da pré-candidatura, o apoio de Dom Tomás é uma demonstração de que Plínio é o nome que pode unificar o PSOL em uma ampla aliança com os movimentos sociais combativos, a esquerda católica, os partidos que em 2006 compuseram a Frente de Esquerda e as organizações da classe trabalhadora e da juventude, em defesa de um projeto socialista para o Brasil.